Ainda...
Estamos refazendo o projeto...
Pois, foram quatro anos... “Perdidos!”
Nada além, de bravatas, ruídos...
Governou à base do improviso... “Decretos!”
Falava mais em seus, desafetos...
Diria: “Na orquestra, faltou... Maestro!”
Nossos sonhos tomados de... “Sequestro!”
O povo ficou sem rumo... “Desalentado!”
Recursos, da finalidade, desviados...
Nas entrelinhas: “Os rebeldes... Adestro!”
Com atitudes, desprovidas de respeito...
Só se comunicava com a população... “Gritos!”
Sua especialidade: “Promover, conflitos...”
Nada de humildade para... “Conceitos!”
Muito arrogante, estufava... “Peito!”
Quanto às atrocidades, a nada... “Compara!”
Em outras palavras: “Sou o... Cara!”
As regras aos seus, sempre... “Serviço!”
Com o coletivo, nenhum, compromisso...
Segundo o caipira: “Uma peça... Rara!”
Começar tudo: “Estamos dispostos...”
Porém, através da conversa... “Diálogo!”
O último gole: “Sabor... Amargo!”
As situações, vexatórias... “Expostos!”
Na recuperação, acredito... “Aposto!”
Para isso, todos serão... “Convocados!”
Vamos à luta, não mais... “Hibernados!”
Sejamos personagem principal... “História!”
Coragem, ousadia, mudaremos trajetória...
Segundo o dito: “O jogo... Jogado!”
Estamos buscando novos caminhos...
Primeiro passo: “Voto livre... Soberano!”
O nove dedos, tem projeto, planos...
Porém, vamos reorganizar refazer... “Ninho!”
Mesmo sendo: “Devagar, devagarinho...”
Desse quebra cabeça, juntaremos... “Peças!”
Extirpamos aqueles que o samba... “Atravessa!”
Aos baderneiros, endereço... “Carandiru!”
Dito gaúcho: “Se prepare xiru...”
Não tem problema, a gente... “Recomeça!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 17/12/2023.