Quero...
Ousar grafar um novo repertório...
Porém, sempre registrando... “Fatos!”
Tentando desvendar história, aparatos...
Mas, com discrição, sem... “Auditório!”
Até por quê: “Jamais assistirei meu velório...”
Importante, questionar, mudar... “Sistema!”
Assim, encarando reatores... “Problemas!”
À medida do possível, desvendando... “Segredo!”
Sempre propondo um outro enredo...
Algumas coisas, abominamos... “Esquemas!”
Como cidadão justo e perfeito...
Procurando atuar de maneira... “Discreta!”
Sem exibicionismo, um simples, poeta...
Com ousadia, revendo... “Conceitos!”
Como humano, virtudes, defeitos...
Sempre que possível, pensando... “Coletivo!”
Evitando discórdia, fissura... “Preventivo!”
Por conseguinte: “Ninguém dono... Verdade!”
Tudo na vida, lei da reciprocidade ...
Com cautela, perseverança... “Receptivo!”
Quanto ao futuro, criança...
Unidos, faremos um amanhã... “Diferente!”
Pois, da sociedade, melhores, sementes...
Temos que evitar, ao máximo... “Lambança!”
À medida que o calendário, avança...
Seremos dessa nova geração... “Escudo!”
Alguns me rotulam de ousado... “Bocudo!”
Mesmo assim, continuo... “Lutando!”
O que deve ser mudado, mudando...
Não me amedronta a palavra... “Estudo!”
Sejamos sempre precavidos, cautelosos...
No momento da escolha... “Analise!”
Sem essa, de viver culpando a crise...
Faz parte do humano, ser... “Curioso!”
Das minhas atitudes, deveras... “Zeloso!”
Tentaremos reconectar o elo... “Corrente!”
Tendo como meta: “Discurso... Competente!”
Dessa forma, não agradaremos... “Todos!”
Chega de faz de conta, enganação, engodo...
Jamais, como solução, saída... “Tangente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/01/2024.