Quero...
Conquistar com dignidade, espaço...
No pior das hipóteses, sendo... “Ouvido!”
Inaceitável, aceitar celeuma... “Alaridos!”
Se necessário, o percurso... “Refaço!”
Chega de pirotecnia, estardalhaço...
Porém, importante, sugerir... “Roteio!”
Queremos ver na prisão... “Bravateiro!”
Pois, foram quatro anos, desmando... “Atraso!”
Fizeram necessidades, fora do vaso...
Infelizmente, continua cercado... “Fofoqueiros!”
Não admitimos, enganação, fofocas...
Teremos que encontrar novos... “Caminhos!”
Em breve fará curso de canarinho...
Diria Tiringa: “Grande arruaceiro... Fuboca!”
Para proteger a prole, ministro... “Troca!”
Na realidade, o capim do bucho... “Azedo!”
Nos ministérios interferindo... “Dedo!”
Mais esse sapo, o cidadão... “Engole!”
Para defender o filho, nas regras, bole...
Porém, de celeuma, bravata, não... “Medo!”
Sempre aglutinando, defensores...
Prontos a justificarem... “Desmando!”
O gado irá mugir, ruminar, até quando?
Cansamos de Fake News... “Bastidores!”
Essa acintosa, inversão de valores...
Podemos afirmar; “Não tem... Fundamento!”
Chega de manter adorno, tarja... “Jumento!”
Existem alguns, falastrões... “Matraca!”
Encaixou como luva, máscara, babaca...
Quanto nossa brasilidade, melhor... “Sentimento!”
Conseguimos mudar o rumo da prosa...
Em outubro demos o pontapé... “Inicial!”
Através do voto livre, soberano... “Colossal!”
Agimos como espinhos, protegendo... “Rosa!”
Cansamos de bravatas, postura, jocosa...
Até por quê: “Tudo na lida... Respeito!”
Mandamos para latrina, despreparado... “Sujeito!”
As benesses de última hora... “Esquece!”
Depois do pleito, o cidadão desaparece...
Quanto ao nove dedos, estamos... “Satisfeitos!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/02/2024.