Assim...
O ano segue, insólito, escorrendo...
Até por quê: “Ninguém segura... Calendário!”
Importante que revisamos o prontuário...
Novas mensagens, grafando... “Escrevendo!”
Fato irrefutável: “Não nascemos, sabendo...”
Mas, o mundo, uma grande... “Escola!”
A vida, um jogo: “Passando... Bola!”
Sejamos um com o outro... “Solidários!”
Pois, do patrão ao operário...
Todos unidos, carretel social... “Desenrola!”
Chega de permanecer estático, parado...
Mãos a obra, todos juntos, à... “Luta!”
Felizmente, mudamos de maestro... “Batuta!”
Agora, entregamos a quem... “Legado!”
Mostrando o projeto que será, implementado...
Acabando de vez: “Faz de conta... Improviso!”
Com certeza, fará o necessário... “Preciso!”
Sem essa, de enganação... “Engodo!”
Chega do dito: “A gente, passando o rodo...”
Podemos transformar aqui... “Paraíso!”
Estamos fazendo nossa parte...
Propondo uma nova rota... “Projeto!”
Extirpando o dito: “Garoto, esperto...”
Sabemos: “A convivência... Arte!”
Mudamos, pelo voto, não bacamarte...
Ninguém detém um povo... “Unido!”
Podemos afirmar: “Nem tudo... Perdido!”
Estamos fazendo, pensando... “Coletivo!”
Com perseverança, aos rumos, corretivo...
Quanto aos reatores, serão... “Abatidos!”
O mundo inteiro, aplaude, reconhece...
Do nove dedos, sua ousadia... “Capacidade!”
Com certeza: “Do bravateiro, não, saudade...”
Os tempos de chacota, desdém... “Esquece!”
O Grande Arquiteto, ouviu... “Prece!”
Com o sufrágio soberano, mudamos... “Rota!”
Na democracia a gente escolhe... “Bota!”
Somos capazes, de mudar... “Destino!”
Mandamos para o lixo, falso, paladino...
Claro: “Dói menos, aceita... Derrota!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/03/2024.