Valdemir Gomes
Pelo...
Andar de a velha carruagem...
Teremos que refazer... “Caminhos!”
Ao colher a rosa, cuidado... “Espinhos!”
Com calma, cautela, encarando... “Viagem!”
Sempre que possível, inovando, mensagem...
Não podemos repetir, antigos... “Erros!”
Da boiada, desmamaremos... “Bezerros!”
Cansamos de governo, para... “Poucos!”
Das ruas, ouvir os gritos, roucos...
Na COVID, em grandes valas... “Enterros!”
Vivemos momentos de descasos...
Onde recursos públicos... “Finalidade!”
Diria o gaúcho: “Faltou, reponsabilidade...”
As propostas, anos luz... “Atraso!”
Suas verborreias, enchiam, vasos...
Mas, felizmente, superamos... “Atritos!”
Está claro, registrado... “Veredito!”
Após apuração, responsáveis... “Punidos!”
Não importa o cargo, investido...
Devolvemos a ele, o pau... “Pirulito!”
Agora, estamos elegendo, prioridades...
A maior delas, deletamos... “Bravateiro!”
Podemos afirmar: “Orgulho, brasileiro...”
Para caminhar, tem... “Capacidade!”
Sem essa de: “Vaidade... Vaidade!”
Quanto aos auxiliares... “Conhecimento!”
Inaceitável, baderneiros... “Truculentos!”
Queremos uma sociedade... “Pujante!”
Temos claro: “Só a mudança, constante...”
Como humanos, repudiamos... “Avarentos!”
Aos poucos, estamos refazendo...
Com disposição, prontos... “Recomeço!”
Extirpamos a tarja de burro, adereço...
Os obstáculos, juntos... “Vencendo!”
Novos caminhos, traçando, percorrendo...
Até que enfim, saímos... “Clausura!”
Tudo na lida, uma questão... “Postura!”
Através, do sufrágio, resgatamos... “Batuta!”
Para isso, encaramos, árdua, disputa...
Destronamos do poder, insana... “Criatura!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/03/2024.
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