No...
Percurso íngreme do destino...
Às vezes, surgem alguns... “Obstáculos!”
Porém, com disposição, garra. Tentáculo...
Temos que encarar reatores... “Cretino!”
Pois, o que faço, nem sempre, combino...
Adoro o inusitado: “Diria... Surpresa!”
Porém, da criança, respeitando... “Pureza!”
Nada de querer atropelar... “Amanhã!”
Chega de ficar encantado pelo acauã...
Sem essa de levar vantagem... “Esperteza!”
Temos que observar os acontecimentos...
Analisando com cautela... “Acordos!”
Sem receio, o tema, observo, abordo...
Imprescindível, aproveitar... “Momento!”
Inaceitável algumas atitudes, procedimentos...
Por conseguinte: “De truculento... Rotulado!”
Mas, sempre deixando explicito... “Lado!”
Abominamos: “A gente vai passando... Rodo!”
Queremos interferir, participar do todo...
Os direitos da nossa prole... “Preservados!”
Uma nova rota será possível...
Mesmo que para isso... “Fissura!”
Até por quê: “A gente defende, lisura...”
Vamos selecionar, melhorando... “Nível!”
Realmente, tem situação, diria... “Incrível!”
Para permanecer no poder, juntos... “Opostos!”
Tudo sendo verticalizado... “Impostos!”
Mas, a gente não abre mão de... “Contexto!”
Jamais, aceitaremos curral, cabresto...
Quando sou contrariado, não... “Gosto!”
Alguns planejam continuar mandando...
Para isso, encontros nos... “Bastidores!”
Numa acintosa inversão de valores...
No popular: “Só falcatrua... Plantando!”
Dessa maneira, a brasa para... “Puxando!”
Estamos caminhando ao fundo... “Poço!”
Quando em público, sorriso, de... “Moço!”
Esse cinismo, desenfreado... “Irrita!”
Infelizmente, os ingênuos, acreditam...
Assim, caminhamos rumo ao fim... “Calabouço!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/10/2024.