Valdemir Gomes
O...
Mês de dezembro surgindo no horizonte...
Já estamos respirando... “Natal!”
Assim, a vida seguindo, ritual...
Vamos derriçar muros, construir... “Pontes!”
Sempre desvendando o atrás... “Monte!”
Alguns permanecem “Irredutíveis!”
De maneira cabulosa... “Inacessíveis!”
Mas, está no momento, de... “Conceitos!”
Segundo a ritualística: “Antigo aceito...”
Pois, trapaceiam bela história... “Horríveis!”
Precisamos deixar aflorar o humano...
Até por quê: “Só Cristo não... Erra!”
Ao agirmos com o fígado, a... “Emperra!”
Somos do Grande Arquiteto, melhor... “Plano!”
Chega de permanecer agindo... “Profano!”
Imprescindível construirmos... “Dreno!”
Quando armazenamos ódio... “Veneno!”
No popular: “A roda, girando... Contrário!”
Esquecer o passado, erro, primário...
Jamais, negaremos um cumprimento... “Aceno!”
Diante de as dificuldades, paciência...
Por conseguinte: “No final, tudo... Ajeita!”
Estamos deveras, observando... “Espreita!”
Tudo na lida, uma questão... “Consciência!”
Inadmissível, vivermos de aparência...
Na realidade: “Tudo se resolve... Jeito!”
Afinal de contas: “Acabou a disputa... Pleito!”
Agora, aos vencedores, desejamos... “Sorte!”
Como contribuintes, daremos, suporte...
Palavra-chave para o momento... “Respeito!”
Um novo percurso, construiremos...
Cobrando dos vencedores... “Promessa!”
À sociedade, o prometido, interessa...
Apesar dos pesares, ainda, não... “Aprendemos!”
Acordos desconexos, assistimos, vemos...
Deixamos claro: “Estamos... Antenados!”
Não permitiremos que retornemos... “Passado!”
Para a melhoria, regaçaremos... “Manga!”
Não admitiremos, currais, cangas...
Sempre deixaremos claro: “Temos... Lado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/12/2024.
NOTA DE FALECIMENTO
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