Um...
Momento de calma, reflexão...
Precisamos entender, quanta... “Necessidade!”
Muitos são reféns, essa... “Realidade!”
Por conseguinte: “Vítimas da... Situação!”
Muito constrangedor: “Não tem... Condição!”
Assim, consumado o voto... “Cabresto!”
Por isso, temos que analisar... “Contexto!”
Não podemos desconsiderar, tais... “Fatos!”
O poder está infestado de ratos...
Quanto aos projetos: “Jogados... Cesto!”
Queremos espaço para nossa prole...
Tudo na lida, questão... “Oportunidade!”
Que encontre trabalho, na... “Cidade!”
Alguns sapos a gente suporta... “Engole!”
Antigas estruturas, ninguém bole...
O que vemos: “Continuísmo... Mesmice!”
Na realidade ninguém cumpre... “Disse!”
Nada além de falsas... “Promessas!”
No popular: “O samba atravessa...”
Vender, negociar o sufrágio... “Burrice!”
A gente sabe que isso é fato...
Diria: “Isso é deprimente... Grotesco!”
Realmente, hilariante, pitoresco...
Quanto aos nossos sonhos... “Mato!”
Depois, faltando comida no prato...
Infelizmente, têm eleitores... “Pelegos!”
Depois, a quem pedir... “Arrego?”
Podemos afirmar: “Essa triste... Realidade!”
Tudo na lida, fato, reciprocidade...
Estamos cercados de vampiros... “Morcegos!”
Vamos orientar os menos esclarecidos...
Deixando claro: “O voto, não... Negocia!”
Depois do pleito, panelas, vazias...
Os eleitos, não estão... “Comprometidos!”
Nem resolve, chororô, alaridos...
Os recursos públicos, outra... “Finalidade!”
Essa é a mais cristalina... “Verdade!”
Mudar essa receita, nosso... “Dever!”
Para isso, alguns conceitos, rever...
Diria o gaúcho: “Tristeza... Barbaridade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/12/2024.