Valdemir Gomes
De...
Repente o impossível, acontece...
Antigos desafetos, agora... “Abraçados!”
Diria Raul Seixas: “Tá tudo errado...”
O povo que acreditar... “Merece!”
Na realidade, essa situação, aborrece...
Daí a roda da vida, girando... “Contrário!”
Em nossa testa emplaca a tarja... “Otários!”
Têm coisas que nem Freud... “Explica!”
Esse acordo, união, cheirando a titica...
Alguns postulantes, só pensando... “Salário!”
Mas, estamos antenados, atentos...
A todo o momento, engolimos... “Sapo!”
Somos vistos como panos velhos... “Trapos!”
Quanto ao cardápio, pão... “Bolorento!”
Porém, iremos interferir... “Momento!”
Chega de sermos apenas... “Usados!”
Segundo a comediante: “Óh... Coitado!”
Não seremos por eles, jamais... “Ouvidos!”
Na realidade, desculpas, alaridos...
Apesar dos assédios, temos postura... “Lado!”
Para se perpetuarem no poder...
Eles superam os obstáculos... “Divergências!”
Adotam a fórmula: “Viver de aparência...”
Dessa maneira, tudo pode... Acontecer!”
O jogo é bruto: “Matar, ou... Morrer!”
Depois do fato acontecido... “Perdoa!”
Para esses, tsunami, tempestade... “Garoa!”
Daí inicia-se a exploração do... “Fato!”
No entorno, muita publicidade, aparato...
Para quem pensa isso, não... “Entoa!”
Compreender alguns afagos, fingidos...
Na realidade, ficando explicito... “Olhar!”
Mas, quem sai na chuva, para... “Molhar!”
Para vencer, infelizmente... “Permitido!”
Diria Tiringa: “Assim, o povo morrido...”
Como um cidadão consciente... “Emboscada!”
Nada de Fake News, sem nexo... “Patacoada!”
Por conseguinte: “Maioria... Acredita!”
Barganhando o sufrágio, marmita...
Assim, passos largos, ao rumo... “Nada!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/03/2025.
NOTA DE FALECIMENTO
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