Valdemir Gomes
Vemos...
Alguns outdoors apelativos, sentimentais...
Na realidade, muita poluição... “Visual!”
Será que interferirá no rito... “Normal?”
Essa situação indigesta... “Demais!”
No recinto que não cabe filhos... “Pais!”
A vida, feita de irrefutáveis... “Verdades!”
Seremos responsáveis na construção... “Sociedade!”
Por conseguinte: “Faremos... Corretivos!”
A gente sebe que o jovem, hiperativo...
Como liderança, imprescindível... “Serenidade!”
A família local abomina violência...
Essa, incontestável... “Premissa!”
Maiores ambições: “Vaidade... Cobiça!”
Temos que buscarmos melhoria, convivência...
Como palavras chaves: “Calma... Paciência!”
Precisamos buscar, outras saídas... “Rotas!”
Com arrogância, o mundo... “Capota!”
Imprescindível abolirmos... “Vingança!”
Não contaminando o futuro, criança...
Cansamos de tantas bravatas... “Lorotas!”
Chega de olharmos para o retrovisor...
Temos que construirmos, novas... “Saídas!”
Faremos aqui a terra... “Prometida!”
Para isso, disseminaremos... “Amor!”
Grande desafio: “Inversão de... Valor!”
O povo unido, propondo... “Diferente!”
Oxalá, que reconectemos... “Corrente!”
A lida é feita de perdas... “Prejuízos!”
Víbora cascavel, sinaliza, guizo...
Abominamos o velho discurso... “Somente!”
Estamos preparados, prontos a colaborar...
Até porquê: “Acabou, rivalidade... Disputa!”
O povo unido, vencerá a luta...
Apesar de toda dificuldade, é... “Melhorar!”
A colheita será farta, a quem... “Plantar!”
Sabemos: “Estão vazios... Celeiros!”
Com sapiência, mudaremos rumo... “Roteiro!”
Tem gestor, falando pelos... “Cotovelos!”
Tratando contribuinte, como gado, sinuelo...
Não terá sucesso quem, cutuca... “Vespeiro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 02/04/2025.
NOTA DE FALECIMENTO
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