Valdemir Gomes
Até...
Parece que estamos sonhando...
Pois, o mundo de cabeça... “Baixo!”
Na realidade, muito barulho, esculacho...
Têm gestores com coisas... “Brincando!”
Se muito aperta, acaba... “Espanando!”
Mas, alguns torcendo pelo... “Pior!”
Achando-se o suprassumo... “Maior!”
Colocando em cargos... “Incompetentes!”
Pessoas vaidosas, incapazes, somente...
Achando-se o sabichão... “Superior!”
Mas, a gente conhece o velho dito...
Não sabendo comandar... “Pasta!”
Simplesmente, fazendo parte... “Casta!”
Assim, normalidade, perdendo... “Rito!”
Continuam querendo ganhar... “Grito!”
Tratando as coisas, seguindo... “Mesmice!”
Não poderemos aplaudir... “Cretinice!”
Aos derrotados, do time... “Abrigo!”
Não enxergando, nada além, umbigo...
A gente não concorda com... “Burrice!”
Seremos do coletivo, suporte...
Impossível aceitarmos... “Calados!”
Temos conhecimento: “Certo, errado...”
Por conseguinte: “Sugerimos... Aporte!”
Segundo o dito: “Só não tem... Morte!”
Porém, sabemos: “Ser... Inevitável!”
Dessa maneira: “Sensato... Maleável!”
Quanto ao percurso... “Conhecemos!”
Segundo os antigos: “Juntos podemos...”
Nem sempre seremos... “Agradável!”
Uma jornada, construtiva, amável...
Onde o diferente, será... “Incluído!”
Nada de fomentarmos, alimentar, alaridos...
Tem momento, que não... “Palatável!”
Porém, com perseverança... “Viável!”
Na realidade: “Para tudo... Jeito!”
Sempre abertos, revendo... “Conceitos!”
Até por quê: “Não tem dono... Verdade!”
Tudo uma questão de reciprocidade...
Segundo Landmarks: “Justo... Perfeito!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 06/05/2025.
NOTA DE FALECIMENTO
Morador de Anastácio, ele faleceu neste domingo (13) após uma batalha contra um câncer
Cachorrinho foi encontrado com infestação de pulgas e carrapatos, além de parasitas, e agora se recupera sob cuidados veterinários
Voltar ao topo