Para...
Entender os interesses ocultos, pessoais...
A gente precisa, participar... “Evento!”
Assim, deparamos com seres... “Avarentos!”
Que para vencer, tramoia... “Faz!”
Na realidade, não são, normais...
Pois, só enxergam o próprio... “Umbigo!”
Para vencer, coloca a normalidade... “Perigo!”
Até por quê: “É movido pelo... Ódio!”
Trucida a todos, à busca do pódio...
Aos seus correligionários, proteção... “Abrigo!”
Não poderemos agir desse jeito...
Protegendo apenas os do... “Time!”
De forma truculenta, os demais... “Oprime!”
Teremos que rever alguns... “Conceitos!”
Tudo na lida, uma questão de respeito...
Todos merecendo oportunidades... “Espaço!”
Com resiliência o projeto... “Refaço!”
Não poderemos propor algo... “Excludente!”
Teremos que acomodar os diferentes...
Inadmissível tanta turbulência... “Regaço!”
Vamos ouvir todos os segmentos...
Chega de propor algo acabado... “Feito!”
Com resiliência, seremos... “Perfeitos!”
Para isso, usaremos os... “Argumentos!”
Porém, com perspicácia, não... “Truculento!”
Haveremos de encontrar, novas... “Pistas!”
Com criatividade, a gente... “Conquista!”
Não poderemos afrontar... “Sistema!”
Chega de fazermos conluios, esquemas...
No popular: “Todo humano... Artista!”
Mesmo enfrentando alguns opositores...
A carruagem seguirá em... “Frente!”
Temos como parâmetro... “Onipotente!”
Sempre degustando vários... “Sabores!”
Procurando encontrar na adversidade... “Valores!”
Na retina da peleia, encontrando... “Objetivos!”
Durante a realização, faremos... “Corretivos!”
Nunca criando dificuldades... “Atritos!”
Diria Batoré: “Pensa que ser feio é bonito?”
Cansamos do faz de conta... “Paliativo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 04/12/2025.