Vamos...
Tentar resgatar a normalidade...
Chega de pensar no próprio... “Umbigo!”
Assim, a normalidade, correndo... “Perigo!”
Temos que mudar essa... “Realidade!”
Humano está vazio, carregado... “Banalidades!”
Querendo impor suas, vontades... “Regras!”
Com arrogância, mantendo papo... “Bodega!”
Onde a normalidade, sempre... “Ignorada!”
Vive aprontando as tais, presepadas...
Diria o caipira: “Sem bravata... Sossega!”
Queremos que haja entendimento...
Sem essa, de usurpar os mais... “Fracos!”
Chega do dito: “Vacilou vai pro... Saco!”
Assim, com certeza, mudaremos... “Condimento!”
Agindo com licitude, paz, argumento...
Precisamos de projetos que beneficie... “Coletivo!”
Por conseguinte: “Seremos... Participativo!”
Nada de aceitarmos o bolo, feito... “Pronto!”
Com determinação, esquema desmonto...
Sem dúvidas, aos rumos, faremos... “Corretivos!”
Perseguiremos as nossas intuições, sonhos...
Até por quê: “Eles acomodam... Todos!”
Abominamos tais trapaças... “Engodos!”
Dessa maneira, o diferente... “Proponho!”
Às vezes, por ousadia, exponho...
Daí surgindo às famosas... “Barreiras!”
Somos seletivos: “Adotamos o filtro... Peneiras!”
Partimos dos antigos e valiosos... “Conceitos!”
Alguns projetos, correção, refeitos...
Quanto aos gestores omissos... “Geladeira!”
Queremos aglutinar mais parceiros...
Até por quê: “Povo unido... Vence!”
Quanto ao amanhã: “A Deus... Pertence!”
Somos por isso, rotulados... “Arengueiro!”
Mas, sabemos: “De Cristo, real, mensageiro...”
Mantemos a verdade, como... “Premissa!”
Diria o caipira: “Não tenho... Preguiça!”
Por conseguinte: “Proporemos outra... Rota!”
Combateremos sem tréguas, chacotas...
Sem ressentimento, as balelas... “Derriça!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/01/2026.