Numa...
Estema disputa, às vezes, insana...
A gente vai enfrentando... “Barreiras!”
Mas, desgraça pouca... “Besteira!”
Vamos sair de vez da... “Cabana!”
Temos que observar as... “Ciganas!”
Elas sempre preservam a... “Cultura!”
As mãos das pessoas fazem... “Leitura!”
Daí, aprontando suas... “Espertezas”
Sem receio de aplicarem, destrezas...
Cada pessoa, observando... “Criatura!”
Mas, estamos antenados, atentos...
Nessa manolagem acontecendo... “Arapuca!”
Alguns sem cerimônia metem a... “Cumbuca!”
Tentando usar de chantagem... “Violento!”
Outros se valendo de espertos... “Argumentos!”
Pedindo para abençoar a sua... “Carteira!”
De forma ousada, sagaz... “Ligeira!”
Retirando toda a grana... “Economia!”
Num repente, prejuízos, avarias...
O povo tem cultura... “Forasteira!”
Assim, todos conquistando espaço...
Na realidade, a regra... “Sobrevivência!”
Tudo na lida, questão... “Experiência!”
Cada cultura, valorizando... “Abraço!”
Num repente: “Esquadro... Compasso!”
Sem dúvidas, são sinais... “Retidão!”
Com certeza, eles cultuam... “Missão!”
E assim, confirmamos... “Adversidades!”
Entendendo: “Cada povo, necessidade...”
O importante que ajuste... “Condição!”
Nunca poderemos perder esperança...
Clero: “Respeitando, do... Crendice!”
Mesmo recebendo o rótulo... “Chatice!”
Imprescindível evitarmos... “Lambanças!”
Porém, abominaremos deveras... “Vingança!”
Entendendo: “No espaço, cabe... Todos!”
Porém, sem chantagens... Engodos!”
Nunca poderemos ignorar... “Oposto!”
Cada cultura, seus costumes, gostos...
Nada de adotarmos: “Passando... Rodo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/07/2026.