27 de maio de 2022
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Gabriel Novis Neves

Humoristas amadores de Cuiabá II

dothCom Consultoria Digital2
12 MAI 2022 - 05h05min

Um dos grandes humoristas da época foi o sogro do “seo” João Pinheiro, dono do Bar Pinheiro, vizinho ao bar do Bugre na Praça Alencastro.

Antônio Caetano da Costa tinha o hábito de fazer críticas, colocando letras bem-humoradas em cima de marchinhas de carnavais de sucesso.

Havia muita reclamação, especialmente dos motoristas de taxis, que faziam ponto entre o bar do meu pai e a Catedral de Cuiabá.

Eles desejavam que o Prefeito construísse um posto telefônico que atendesse às suas necessidades profissionais, e da população de um modo geral.

Na cidade não havia um único posto telefônico para atender a população.

Foi então que o Prefeito mandou construir um entre o bar do Bugre e a Catedral.

Quando entregou a obra, a reclamação foi geral.

Foi então que Antônio Caetano nas mesas do Bar Pinheiro adaptou ao sucesso da Emilinha Borba, “Banana Nanica” a seguinte letra:

“Fizeram uma casinha,

Em frente ao bar,

Mais parece mictório,

Do que posto de falar,

O Bugre está quente,

Com a tal decisão,

Roubaram a frente,

Do seu casarão! ”

Logo que a nova letra da marchinha foi distribuída o sucesso foi tanto, que o Prefeito mandou demolir a obra!

Grande parte do humor daquela época da Cuiabá antiga era feito através das quadrinhas.

Tudo que acontecia em Cuiabá, ou que ficaram sabendo, era motivo de um humor elegante.

Conheci um rapaz da alta sociedade, que estava sempre bem vestido, em rodas frequentadas por gente de dinheiro.

Todos queriam saber de onde vinha o dinheirão que gastava.

Ele se dizia fazendeiro de gado no pantanal.

Descobriram que ele não possuía sequer uma cabeça de boi.

Tinha umas terras próximas à Cuiabá de onde extraia lenha para sobreviver.

Ficou conhecido como “Fazendeiro de lenha! ”

Certa ocasião chegou à Cuiabá um “pé rapado”, que não tinha onde cair morto.

Namorou e casou-se com uma cuiabana que achava rica.

Ele ficou conhecido como o “Rapaz do golpe do baú”!

A moça era pobre!

Um rapaz pobre de Cuiabá casou-se com uma moça filha de um rico comerciante.

De presente de casamento o sogro lhe deu um grande armazém na rua do Meio.

O cuiabano humorista não perdoou.

Acrescentaram ao nome próprio do recém-casado, o apelido de “Priquito”.

E o armazém da rua do meio sempre foi sempre do João Priquito, que só levou para o casamento esse bem.

 

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