Mas o que vem a ser “mulherice”?
São os segredos guardados e blindados por cada mulher. Não revelados, preferencialmente para ninguém e sem prejuízos... Tudo no mais perfeito sigilo. E na mais perfeita harmonia interior. Depois de uma bela e lucrativa pessoal leitura do mundo. Com vantagens e desvantagens. Lucros de perdas. Vitórias e derrotas. Erros e acertos.
Uma espécie de campo de força feminino, porque se torna um fortalecimento pessoal...
Ela, a mulher sabe quais caminhos percorrer diante de um fato, que talvez, pelo sexto sentido, já sabe como resolver ou tentar evitar situação desconfortável para o presente, prenunciando o futuro.
Mas “mulherice” se prende, também na atitude feminina pessoal e de alma diante de uma inconveniência existencial que possa prejudicá-la. E uma possível tomada de atitude depois de se preparar. De muito preparar-se diante do problema que a afeta ou pode afetá-la.
Há de se observar que normalmente, durante o mês da mulher, e mais precisamente no dia 8 de março dados estatísticos são evidenciados: assédio, mortes, violência sexual, patrimonial, econômica, psicológica, diferença salarial...
Entre tantas outras situações negativas, cruéis, malvadas, recheadas de ingratidão e pouco caso com a vida da mulher. Com o pensamento feminino existencial...
A fugaz impressão da voz feminina num deserto...
E a mulher a cada data que passa constata o prejuízo feminino em muitos aspectos...
E fica o grito parado no ar: Providências?
Sobem rampas... Descem rampas... E daí?
Será que a mulher está sozinha?