06 de julho de 2022
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Carlos Frederico

Por que empresas não crescem e até vão à falência?

A falta de conhecimento para administrar bem um negócio é uma das maiores causas do alto índice de falências das pequenas e médias empresas. Muitas vezes problemas básicos passam despercebidos pelo empreendedor. São situações recorrentes do dia-a-dia...

dothCom Consultoria Digital2
6 JUN 2011 - 00h00min

A falta de conhecimento para administrar bem um negócio é uma das maiores causas do alto índice de falências das pequenas e médias empresas. Muitas vezes problemas básicos passam despercebidos pelo empreendedor. São situações recorrentes do dia-a-dia que, sem auxílio de técnicas específicas, ficam sem correção e o melhor caminho é buscar conhecimento ou atualização sobre gestão de empresas em leituras sobre o assunto, consulta aos órgãos do setor, universidades e consultorias.

Abaixo estão listados alguns problemas identificados pelo SEBRAE e pela Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas, causas da estagnação ou falência de empresas.

 Falta de motivação - Muitas empresas não dão a atenção necessária aos funcionários e eles trabalham sem motivação e não se dedicam como poderiam. A falta de comunicação e de valorização leva ao desânimo, que pode resultar no mau atendimento e na insatisfação dos clientes.

 Ambiente de trabalho - O ambiente na empresa é considerado como a segunda casa dos funcionários, onde eles passam a maior parte do dia, porém, na maioria das vezes, a direção da organização não percebe isso.

 Má recepção às idéias - Ainda com relação aos funcionários, há os que gostam de se envolver com assuntos que não têm ligação direta com a própria função. Eles têm idéias que pode garantir bons resultados para a empresa, porém suas sugestões não têm receptividade.

 Desatenção às necessidades - Muitas vezes não há preocupação com as necessidades de cada funcionário, mas, muitas dessas carências podem estar diretamente ligadas com a empresa e se elas não forem atendidas, é possível afetar o rendimento do trabalho.

 Resistência a mudanças - A maioria dos colaboradores não quer se envolver em mudanças, mesmo que possam beneficiar os negócios da empresa, porque se condicionam com o trabalho diário já realizado há anos. Isso acontece porque as pessoas apresentam uma tendência natural ao comodismo, o que se torna um empecilho para o desenvolvimento dos negócios.

 Falta de tempo - O trabalho, sem uma equipe de direção, pode ficar desorganizado e prejudicado pela falta de planejamento. Em pequenas e médias empresas, toda direção costuma ficar por conta do dono, que centraliza o poder de decisão e ainda tem o dia consumido pelas atividades da administração. Não lhe sobra tempo para observar as necessidades e os desejos dos clientes e para organizar a empresa para atendê-los.

 Ausência de foco - Quando a empresa cresce sem planejamento estratégico e não sabe como lidar com a grande movimentação de clientes e documentos, o empresário acaba investindo em diversos tipos de mercado sem definir um alvo e isso prejudica a organização.

 Desconhecimento da causa - Geralmente, quando ocorre um problema interno, a causa não é analisada, os empresários se preocupam em resolvê-lo sem verificar onde foi sua origem, achando que a falha foi resolvida, porém, os problemas podem voltar.

 Descontrole de gastos - Falta, muitas vezes, controle da rentabilidade quando a empresa começa a crescer e o proprietário perde o controle da situação, gastando muito dinheiro sem necessidade.

As técnicas para implantar uma Gestão de Qualidade começaram a chegar ao Brasil a partir da década de 1980, vinda do Japão e dos Estados Unidos. Muitas delas foram adaptadas e novas foram criadas desde então, ajudando a reorganizar os processos na empresa. Na sua empresa como está a Gestão de Qualidade?

Referência Bibliográfica
COSTA, Carlos Frederico Corrêa da. Adaptador de KAKUTA, Gisele (Jornalista); ANTUNES, José Aurélio (Consultor). Qualidade faz a diferença. In: Como garantir a eficiência. Coleção Gestão Empresarial.  São Paulo: Edições IstoÉ/Banco do Brasil, 2006. p. 24-41.

*Carlos Frederico Corrêa da Costa é doutor em História Social , bacharel em Administração e Consultor Empresarial. Elaborou o projeto, implantou e coordenou o Curso de Bacharelado em Administração do Campus de Aquidauana/UFMS.

 

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