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09 de julho de 2020
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Robinson L Araujo

PÓS-MODERNIDADE, SEXUALIDADE, CULTURA, IDEOLOGIA DE GÊNERO E A IGREJA

O detalhe que uma geração está crescendo e aprendendo que ela "pode ser o que ela quiser" e a igreja deve estar pronta para ensinar que ela pode ser o que DEUS planejou para a vida dela.

dothCom Consultoria Digital
27 NOV 2019 - 11h15min

 

Antes de discorrer sobre o assunto que é muito presente em dias atuais,  principalmente na igreja, é necessário citar as palavras do Apóstolo São Paulo, na carta aos Romanos, em seu capítulo 12, verso 2, que afirma:

Não se ajustem demais à sua cultura, a ponto de não poderem pensar mais. Em vez disso, concentrem a atenção em DEUS. Vocês serão mudados de dentro para fora. Descubram o que Ele quer de vocês e tratem de atendê-Lo. Diferentemente da cultura dominante, que sempre o arrasta para baixo, ao nível da imaturidade, DEUS extrai o melhor de vocês e desenvolve em vocês uma verdadeira maturidade. (A Mensagem).

A recém igreja criada em Roma, em um império em expansão e conquistas advindas das guerras, acabava por trazer para dentro de si outras culturas e tipos de orgias vividas por povos conquistados. Sendo assim, o apóstolo pede para que aquelas pessoas não se ajustassem ou, simplesmente, não "conformassem com a cultura".

Conformar-se é a ação de, sentindo-se já confortável e acostumado com a situação presente, não desejar uma melhoria, não obstante a consciência da existência de algo melhor. O conformismo é marcado pela apatia e, em consequência, pela falta de atitude perante o quadro vivido.

Também, não se pode afirmar que ter atitude é envolver-se em acusações que geram desprezo, discórdia, segregação, exclusão, racismo, preconceitos, dentre outros.

Quando se recorre ao significado de cultura[2], encontra-se:

Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro. Cada país tem a sua própria cultura, que é influenciada por vários fatores. A cultura brasileira é marcada pela boa disposição e alegria, e isso se reflete também na música, no caso do samba, que também faz parte da cultura brasileira.

Jesus Cristo, antes mesmo das palavras do apóstolo dirigida aos Romanos, pede para Seu Pai - DEUS:

Eu dei a eles Tua Palavra. O mundo mau os odiou por causa disso. Porque eles não adotaram o estilo de vida do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno. Eles não são mais orientados pelo mundo, assim como Eu também não Sou. (João 17:14-16 - A Mensagem).

A igreja, têm vivido ataques de todos os tipos, pela não conformação com um tipo de "cultura" que tenta a passos largos e rápidos, levar as pessoas a um tipo de domínio que elas mesmas não conseguem pensar a respeito, tamanha ofensividade por parte de seus mentores. Também, não se pode tirar a culpa a partir do momento que a igreja passa a ser oposição a Mensagem do próprio Cristo quando afirmou: "Vocês estão cansados, enfastiados de religião? Venham a Mim! Andem comigo e irão recuperar a vida. Vou ensiná-los a ter descanso verdadeiro. Caminhem e trabalhem comigo!". (Mateus 11:28 - A Mensagem).

De fato, tem-se vivido em uma sociedade cada vez mais crítica e liberal, a qual é inserida pela Pós-Modernidade e um Pós-Modernismo. A essa diferença, Fredric Jameson, crítico literário norte-americano e um dos principais autores a analisar a pós-modernidade, defende que, embora semelhantes em alguns aspectos, os dois conceitos são distintos.

A pós-modernidade seria uma estrutura, ou seja, o modo como a atual sociedade está configurada. Este período pode ser chamado de "capitalismo tardio" ou "terceiro momento do capitalismo". Em suma, representa o período em que a globalização se consolida, assim como as mudanças nas áreas tecnológicas, comunicacionais, científicas, econômicas, etc.

Por outro lado, o pós-modernismo deve ser interpretado como um estilo artístico-cultural, que nasceu essencialmente a partir da arquitetura e se espalhou para as artes e literatura, como: Ausência de regras e valores; individualismo; pluralidade; choque e mistura entre real e imaginário (hiper-real); liberdade de expressão, etc.

Importante se frisar que dentre várias características que a Pós-Modernidade apresenta a que se deve destacar é a da "Banalização e Ausência de Valores". Valores esses, sufocados pela Teoria Queer Studies, sendo:

Essa Teoria é, então, uma linha de pensamento filosófico e sociológico surgida da aliança entre feministas e movimento LGBTQ. É uma teoria que ainda está em construção e que foi altamente influenciada pelo existencialismo de Beauvoir, pelo marxismo, pela psicanálise, pelos estudos pós-coloniais, e por Foucault. Postula contra a classificação e padronização das identidades, contra o assimilacionismo cultural, contra a cisnormatividade e heteronormatividade, contra o patriarcado, contra o (pink) capitalismo e contra o sistema binário de gênero/sexualidade. Não é, como alguns pensam, uma política identitária; é uma teoria crítica e pós-identitária orientada pela política das diferenças (e não da diversidade) e da subversão.

Sendo assim, Queer é tudo que o discurso da sociedade transforma em anormal, em estranho, em abjeto, em subalterno (Miskolci, 2012). São os gays afeminados, as lésbicas masculinizadas, as pessoas trans e travestis, as pessoas intersexo, e todos que estão na margem social.

Uma teoria aclamada por Hayashi, empresário de Pabllo Vittar, em entrevista, acabou por afirmar: "....Então, a mensagem que queremos passar para eles é: "podemos ser o que quisermos", diz"[3]. Palavras afirmadas quando do anuncio de uma Turner por Pabllo no ano de 2018, pelo Brasil.

Mas, não é de hoje que a referida teoria tenta se implantar na sociedade, levando a segregação de princípios e valores familiares, regados a drogas e orgias de afronta aos princípios que regem a Palavra de DEUS.

Adentra os lares pelos canais de comunicação, como a televisão, onde os desenhos já afirmavam que, a criança em formação, pode ser o que ela quiser ser. Outros em que os personagem não possuem sexo definido, a homossexualidade comungada nas novelas e aos poucos, minando a mente de uma juventude em crescimento. E ainda mais, disseminada na própria educação.

 De forma alguma, afirmar-se que a homossexualidade é doença ou outro fator de menosprezo para com aqueles que assim o são. Também não se pode deixar de registrar que a biologia é certa, existindo o macho e a fêmea, sendo que, em alguns casos, o hermafrodita.

Com isso, na página da INFOESCOLA[4], pode-se encontrar uma definição sobre sexualidade, sendo:

O termo “sexualidade” nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é traço mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo.

A noção de sexualidade como busca de prazer, descoberta das sensações proporcionadas pelo contato ou toque, atração por outras pessoas (de sexo oposto e/ou mesmo sexo) com intuito de obter prazer pela satisfação dos desejos do corpo, entre outras características, é diretamente ligada e dependente de fatores genéticos e principalmente culturais. O contexto influi diretamente na sexualidade de cada um.

Já Silva (2013), afirma que a sexualidade juvenil é uma questão que necessita de discussão acerca do contexto social em que jovens das diversas classes sociais estão inseridos, através de fatos, valores morais e éticos, práticas culturais, visões de mundo locais e globais, grupos de pertença e construção de personalidades que possam vir a identificar o "homem" e a "mulher" em torno da garantia de sua própria vida sexual, que é diversa, qual seja: hetero, homo, bi ou transexual.

Ainda em seu artigo denominado "Diversidade sexual e de gênero: a construção do sujeito social", Ariana Kelly Lendra Silva da Silva, acaba por afirmar que a sexualidade é, sem dúvida, uma construção. Construção de valores "modernos", de condutas éticas, de um processo contínuo da percepção de quem somos em condições históricas, culturais e de inter-relações humanas específicas, portanto, contextualizadas localmente (como diria Geertz, 2000), sendo que o simbolismo da vida sexual – e humana – está coadunado com a conformação familiar, escolar, pessoal, pública, privada, de abstração da realidade e da concretização de atitudes de combate à discriminação, como atua o Movimento LGBT Brasileiro que luta pelo direito à livre expressão e por Direitos Humanos, assim como da idéia do que vem a ser sexo (prática sexual), o sexo do corpo (gênero e fisiologia), a identidade de gênero (quem eu sou na sociedade), a orientação sexual (condição biossocial), e também, o significado cultural e político de visibilidade dessa construção de sujeitos históricos, logo, sujeitos políticos e comprometidos com a dinâmica social, que deve ser exercitada também, na Escola (assim como em toda a construção da vida cotidiana), que levante a bandeira contra toda forma de dominação ideológica e hegemônica de poder, como diria Michel Foucault (1993) em "História da Sexualidade I: A Vontade de Saber":

Dizendo poder, não quero significar 'o poder', como um conjunto de instituições e aparelhos garantidores da sujeição dos cidadãos em um estado determinado. Também não entendo poder como um modo de sujeição que, por oposição à violência, tenha a forma de regra. Enfim, não o entendo como um sistema geral de dominação exercida por um elemento ou grupo sobre o outro e cujos efeitos, por derivações sucessivas, atravessem o corpo social inteiro. A análise em termos de poder não deve postular, como dados iniciais, a soberania do Estado, a forma da lei ou a unidade global de uma dominação; estas são apenas e, antes de mais nada, suas formas terminais. Parece-me que se deve compreender o poder, primeiro, como a multiplicidade de correlações de forças imanentes ao domínio onde se exercem as constitutivas de sua organização; o jogo que, através de lutas e afrontamentos incessantes as transforma, reforça, inverte; os apoios que tais correlações de força encontram umas nas outras, formando cadeias ou sistemas ou ao contrário, as defasagens e contradições que as isolam entre si; enfim, as estratégias em que se originam e cujo esboço geral ou cristalização institucional toma corpo nos aparelhos estatais, na formulação da lei, nas hegemonias sociais (1993, p. 88-89).

Desse modo, a construção da sexualidade é diária. Constante. Contra todas as formas de poder, de discriminação, de preconceitos, de (i) legitimidade sexual e de imposições culturais, que devem ser analisadas na Escola (e na sociedade) de maneira clara, objetiva, madura, rotineira, sem medos ou valores tradicionais para que possamos por em prática todo o conteúdo teórico que adotamos como significante da vida social e, assim, ter alunos e alunas, cidadãos e cidadãs, realmente livres de toda forma de discriminação.

A liberdade em ser, não pode estar relacionada em libertinagem. O respeito e direito de todos, como no dito popular que proclama: “o seu direito acaba onde começa o dos outros”, que envolve bom senso, ética e valores morais e, também, direitos e deveres assegurados em Lei.

Passa-se a ouvir sobre a ideologia de gênero. Essa questão remete a um movimento promovido, no início do século XIX, por uma pessoa de nome Lewis Henry Morgan. Ele dedicou seus estudos a estabelecer três itens no incipiente movimento chamado, então, de “sociedade primitiva”. A intenção de Morgan era demonstrar que o Estado, a ideologia de gênero, a crise da identidade sexual e religião tinham causado grandes problemas na configuração da família. O processo de Morgan se estendeu pelos meios universitários durante os séculos XIX e XX. Sendo seus maiores expoentes e ideólogos Marx e Engels.

A primeira definição do termo ideologia de gênero é, então, movimento que pretende desconstruir a família e os vínculos existentes dentro dela. Seja qual for a sua visão íntima sobre o assunto, é interessante que se possa manter uma relação de compreensão e aceitação de sua própria sexualidade.

O segundo passo, no estabelecimento de tal ideologia, foi dado, em 1968, quando Robert Stoller defendeu a necessidade de fortalecer o conceito e a definição do termo “gênero”, em detrimento da definição do termo “sexo”. Segundo Stoller, utilizar o termo sexo masculino e feminino constituía uma séria problemática para a identidade sexual do indivíduo.

A filósofa Arlene Bacarji, por exemplo, define ideologia de gênero como:

“Uma “ideologia” que atende a interesses políticos e sexuais de determinados grupos, que ensina, nas escolas, para crianças, adolescentes e adultos, que o gênero (o sexo da pessoa) é algo construído pela sociedade e pela cultura, as quais eles acusam de patriarcal, machista e preconceituosa. Ou seja, ninguém nasce homem ou mulher, mas pode escolher o que quer ser. Pois comportamentos e definições do ser homem ou mulher não são coisas dadas pela natureza e pela biologia, mas pela cultura e pela sociedade, segundo a ideologia de gênero.”

Ela ainda afirma que “temos de entender que existem os aspectos biológicos que não podem ser negados, eles são reais e dados. Loucura são as vezes que escapamos da realidade para fazer de nossas fantasias, alucinações e delírios uma realidade”.Por “fantasias, alucinações e delírios”, a filósofa se refere à ideia defendida por movimentos feministas de que a biologia tem pouca relação com a questão de gênero. Bacarji discorda de que os papéis atribuídos a homens e mulheres são construídos a partir de relações de opressão, resultado de uma cultura machista. Ela ainda questiona “será que um homem pode exercer o papel de mãe? Será que uma mulher pode ter a mesma força física de um homem de forma natural, sem nenhum recurso externo como hormônios masculinos?”.

Bacarji adiciona que “hoje, vivemos a loucura, em que as pessoas fazem de seus delírios uma realidade e ainda querem impô-las aos outros por meio de leis” e demonstra preocupação de que “as crianças e os adolescentes poderão, ingenuamente, crer nisso”.

O maior desafio é que toda essa "diversidade" tem adentrado as congregações e templos onde a igreja se reúne. Onde os jovens cantam músicas cristãs e de Pabllo Vittar, expressam seus sentimentos "homossexuais" e a acusação é que são "pecadores desprezados por DEUS". Também, não se deve moldar as coisas do mundo para dentro da igreja, com a finalidade de atrair pessoas.

Não existe um pecadinho ou um pecadão! A Palavra nos assevera em Romanos 3:23-24: "Pois todos pecaram e não alcançam o padrão da glória de DEUS, mas Ele, em sua graça, nos declara justos por meio de Cristo Jesus, que nos resgatou do castigo por nossos pecados". Só por intermédio da Cruz, haverá transformação de natureza.

A natureza humana, em virtude de sua queda, é uma natureza perdida e deturpada. Por vezes se quer satisfazer os desejos da carne e da alma. O próprio apóstolo Paulo afirmava que o bem que ele queria, não conseguia fazer, mas, o mal que ele não queria isso ele fazia. Romanos 7:14-21:

14b. O problema está em mim, pois sou humano, escravo do pecado.

15. Não entendo a mim mesmo, pois quero fazer o que é certo, mas não o faço. Em vez disso, faço aquilo que odeio.

16. Mas, se eu sei que o que faço é errado, isso mostra que concordo que a lei é boa.

17. Portanto, não sou eu quem faz o que é errado, mas o pecado que habita em mim.

18. E eu sei que em mim, isto é, em minha natureza humana, não há nada de bom, pois quero fazer o que é certo, mas não consigo.

19. Quero fazer o bem, mas não o faço. Não quero fazer o que é errado, mas, ainda assim, o faço.

20. Então, se faço o que não quero, na verdade não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.

21. Assim, descobri esta lei em minha vida: quando quero fazer o que é certo, percebo que o mal está presente em mim.

É possível que se viva conflitos. Muitos daqueles que estão dentro das igrejas, pedem oração para que DEUS os liberte do vício, do desejo de se prostituir com outra mulher e o pedido é aceito, passando-se a orar por quem pediu, para que não caia na tentação. Tentação essa, devido à natureza caída.

Agora, imagine você se uma pessoa se levantar em uma reunião e pedir oração para que se liberte de seus desejos homossexuais que o afligem. O que fariam com aquela pessoa que foi sincera como a anterior? Excluir-se-ia? Acusaria? Não deixariam que seus filhos se aproximassem dela?

O detalhe que uma geração está crescendo e aprendendo que ela "pode ser o que ela quiser" e a igreja deve estar pronta para ensinar que ela pode ser o que DEUS planejou para a vida dela.

Uma cultura tenta dominar a sociedade de forma avassaladora e determinada, promovendo o caos, erradicando os princípios a qual se crê. Pessoas podem ser o que queiram ser, mas, outras, não possuem o direito de imputar suas crenças e convicções. Há uma espécie de criação "divina" por parte da sexualidade, sendo assim, os confrontos e desejos de imposição.

Dulci (2019) faz o seguinte questionamento: Diante dessa situação, fica a pergunta: qual é a melhor abordagem cristã para lidar com essas questões? Não podemos permanecer superficiais aqui. Minha maior preocupação, abstraindo de questões teóricas e pensando nas pessoas, é responder: como podemos honestamente oferecer aconselhamento e ajuda cristã a quem sofre com questões de gênero, sexo e sexualidade? Que alternativa estamos apresentando aos adolescentes que cresceram vendo e ouvindo Pabllo Vittar? Como a grande tradição teológica e filosófica reformada pode esclarecer essas questões?

A igreja precisa voltar ao primeiro amor! Amar a DEUS sobre todas as coisas e ao seu próximo como a ti mesmo, palavras do Mestre Jesus Cristo em Mateus 22:27-29. Só poderá haver transformação se houver acolhimento e ensino.

João 8:32 afirma: "Então, irão experimentar a verdade, e a verdade vai libertá-los". E qual é a verdade num mundo de inverdades? Num mundo onde a verdade é relativa? É a única verdade imutável e absoluta: "O Sangue de Jesus, o Filho de DEUS, nos purifica de todo o nosso pecado". (I João 1:7b - A Mensagem).

A igreja precisa: amar, inserir e amar!

Existe um desafio muito grande que é lutar com o dominador deste mundo, o deus deste século (II Coríntios 4:4). Não é uma luta fácil, mas faz-se necessário não se conformar com a cultura dominante.

Em uma conversa com o amigo teólogo e professor de filosofia Wilson Marques Dias sobre o referido artigo, ele acrescentou: "A cultura dominante de fato é avassaladora, e não só a Igreja, mas a Família e a Escola sofrem severos ataques desse pós-modernismo que pregam a inversão de valores, onde as pessoas podem ser o que quiserem como um ato de rebeldia àquilo que é natural. De fato, a pessoa pode ser o que quiser sim, mas sem deixar de ser o que são. Sem deixar de se perguntar o tempo todo: "o que DEUS quer de mim?" ou ainda "o que DEUS espera de mim?" A sexualidade pode estar em constante construção, mas sem aniquilar a pessoa humana, a construção de valores não pode negar a subjetividade".

E ainda finalizou: "Tanto a escola, a família, como a Igreja, são as Instituições Sociais responsáveis por lutar e combater toda forma de dominação ideológica que afasta as pessoas de sua essência. Os aspectos biológicos não podem ser negados, devem estar acima dos ideológicos".

Que DEUS capacite-nos a andarmos e vivermos em Vida Plena!

 

REFERÊNCIAS:

DULCI, Pedro. Identidade e Sexualidade: Reformando Nossa Visão de Conceitos Fundamentais. Brasília/DF: Editora Monergismo, 2019.

FAVERO, Cíntia. O QUE É SEXUALIDADE. Disponível em: <https://www.infoescola.com/sexualidade/o-que-e-sexualidade/>. Acessado em: 21 de nov. de 2019.

Foucault, M. História da Sexualidade I: A Vontade de Saber. Rio de Janeiro: Graal, 1993.

Ideologia de Gênero e a Desconstrução da Família. Disponível em: <https://formacao.cancaonova.com/atualidade/ideologiadegenero/ideologia-de-genero-e-a-desconstrucao-da-familia/. Acessado em: 23 de nov de 2019.

MORAES, Pâmela. O QUE É IDEOLOGIA DE GÊNERO (E POR QUE FALAM TANTO DELA)?. Disponível em: < https://www.politize.com.br/ideologia-de-genero-questao-de-genero/>. Acessado em 23 de nov de 2019.

PETERSON, Heugene H. Bíblia A MENSAGEM em Linguagem Contemporânea. São Paulo: Editora Vida, 2011.

SIGNIFICADO DA PÓS-MODERNIDADE. Disponível em: <https://www.significados. com.br/pos-modernidade/>. Acessado em: 22 de nov de 2019.

SILVA, Ariana Kelly Lendra Silva da.  Diversidade sexual e de gênero: a construção do sujeito social. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912013000100003>. Acessado em: 22 de nov de 2019.

TEORIA QUEER. Disponível em: https://medium.com/@lucas.germano/o-que-%C3%A9-a-teoria-queer-5c084c0b6cfd>. Acessado em: 21 de nov. de 2019.

 


[1] Pastor - e-mail: robinson.luis@bol.com.br

[2] Disponível em: < https://www.significados.com.br/cultura/>. Acessado em 22 de nov de 2019.

[3] Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-42513721>. Acessado em: 21 de nov de 2019.

 

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