Como...

19/10/2021 04:09:00


Como...

Pode este insensível gestor...
Ignorar a realidade... Problema!
Jovem carente, vive... Dilema!
Nosso organismo, perfeito...Motor!
Num repente, aciona... Sensor!
Aquela inocente criança... Louça!
Amadurecimento do organismo... “Moça!”
Muitas vezes, pega... Surpresa!
Começa o ciclo da vida, natureza...
Sendo surpreendida por mancha... “Peça!”


Essa, triste realidade, recorrente...
Falta de insumos... “Higiene!”
Situação constrangedora, porém... “Indene!”
Um governo humano, consciente...
Tem que assistir esse grupo... “Prontamente!”
Propiciando, segurança...  “Conforto!”
Infelizmente no poder... “Natimorto!”
Por conseguinte, o País... “Perigo!”
Pois, a serviço do próprio umbigo...
“Pau que nasce... Morre, torto!”


Depois de a repercussão negativa...
Em entrevista, bradou sobre... “Tema!”
Aqueles recursos destinados, esquemas...
Que patrocina, Motociata... Comitiva!
Essa patacoada, os necessitados... “Priva!”
Segundo ele: “Pobre só serve... Votar!”
Por isso, ousado projeto... “Vetar!”
Postura, irresponsável, destoante... “Irrita!”
O povo, realmente, feio na fita... 
Bravateiro, desocupa moita... “Te catar!”


Uma legião de desalentados...
Realmente, assustadora, na... “Crescente!”
Porém, sem noção, permanece... “Indiferente!”
São inúmeros os danos... Causados!
Diria, impossível, serem... “Elencados!”
Nos semáforos, incontáveis... “Pedintes!”
Aos bons costumes, desrespeito... “Acinte!”
Desocupa a moita, sai... “Toco!”
Em vinte e dois, daremos, troco... 
Claro, nem sempre, dez e dez... “Vinte!”

Poema: Valdemir Gomes dos Santos 19/10/2021

 

 

 

 

 

 

 


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