Sei...

11/05/2022 05:20:00


Sei...

Que ao questionar, incomodo... 
Faço, para cumprir... “Parte!”
Tentando melhorar, aqui, não Marte...
Quem atravessar o samba... “Podo!”
Tudo questão de postura, modos...
Pois, almejo dias melhores... “Futuro!”
Superando obstáculos, transpondo... Muros!
Defendendo com altivez, lícito... “Repertório!”
Abominando, plateia, palmas, auditório...
Jamais, defenderei, bravateiro... “Perjuro!”


Planejar o amanhã, impossível...
Trabalhador, sem rumo... Esperança!
Crise, massa fermento... “Avança!”
Sobreviver com dignidade... “Terrível!”
Infelizmente, essa tragédia... “Previsível!”
Visto, não se governa, sem... “Projeto!”
Sua estratégia, fake news... “Decretos!”
Como gestor, incompetente... “Aloprado!”
Semelhante a papel higiênico, enrolado...
Falta-lhe planejamento, foco... “Objeto!”


Toda mudança, salutar...
Desde que traga, ao coletivo... “Melhora!”
Abominando a propalada... “Caixa de Pandora!”
Contra esses males, vamos... “Lutar!”
Não aceitamos culpa a outrem, imputar...
Chega de fugas, saídas... “Tangente!”
Com ações desconexas... “Inconsequentes!”
Deixamos claro: “A roda não reinventa!”
Exageraram no condimento, pimenta...
Discurso, palavra em voga... “Somente!”


Estamos de olhos abertos, atentos...
Cartão Corporativo, gastos... “Excesso!”
Quanto ao País, visível retrocesso...
Manter-se no cargo, secreto... “Orçamento!”
Aos pseudos aliados, pronto atendimento...
Diria o gaúcho: “Vergonha... Barbaridade!”
Emendas, com duvidosas... “Finalidades!”
Dessa forma, mantém-se intocável ... “Cargo!” 
Às investigações, arquivos, embargos...
Enquanto isso, pobre, estado... “Calamidade!”

Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/05/2022

 

 

 


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