No...

26/05/2022 19:43:00


No...

Descortinar de um novo dia...
A lida segue deveras... Completa!
Normalidade, descarrila... Desindexa!
Esquecemos: “Todo percurso, dias vias...
Às vezes, raros momentos... “Alegria!”
Ficamos na espreita, sonolento... “Distraído!”
Num repente, direitos, surrupiados... “Sucumbidos!”
Regras mudadas, nos bastidores... “Político!”
Vivemos momentos, insalubres, críticos...
Bravatas, contaminam, tímpanos... “Ouvidos!”


Mas, precisamos ficar atentos...
Pois, não existe almoço... “Graça!”
Politicagem, arapucas... “Trapaças!”
Tornando tenebroso... “Momento!”
Exageraram no tempero... “Condimento!”
Recursos da saúde, sendo... “Desviados!”
Por líderes religiosos, ao... “Vinculados!”
Dando falsa impressão... “Legalidade!”
Porém, explícita chantagem, promiscuidade...
Por um belo percentual... “Agraciado!”


Numa flagrante inversão de valores...
População desalentada, sem... “Rumo!”
Na panela do trabalhador, faltando... “Insumos!”
Para se alimentar, solidariedade, doações... “Favores!”
No comando políticos, desqualificados... “Amadores!”
Diria: “Estamos numa verdadeira... Berlinda!”
Quanto ao pior: “Está por vir... Ainda!”
Mas, povo unido, encontrará... “Saída!”
Basta de trabalhar apenas pela comida...
Orçamento secreto, esse desgoverno... “Blinda!”


Temos que cobrar do parlamento...
O cumprimento de suas... “Atribuições!”
Denunciando nos bastidores, acordões...
Traição política, tenebroso... “Sentimento!”
Não acreditar em destoantes argumentos...
Do postulante, analisar atitude... “História!”
Abominando postura destoante... “Inglória!”
Saibamos: “Voto, documento... Procuração!”
Diante de esse pressuposto, “Jaz, negociação...”
Candidato diz: “Eleitor, não tem... Memória!”

Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/05/2022

 

 

 


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