O governo do Estado, por meio da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), selecionou os oito espetáculos que farão parte do Circuito Sul-Mato-Grossense de Teatro, projeto que acontece de abril a setembro em mais de 30 municípios do Estado, sempre com entrada franca.
Participaram do edital 23 projetos produzidos por grupos de todo o Estado. A Comissão de Seleção, formada pelos diretores Andréa Freire e Fábio Germano da Silva e pela professora Juliana Gurgel, trabalhou durante três dias no processo de escolha, que foi acompanhado pelos coordenadores de Teatro e Dança da Fundação de Cultura, Marcio Veiga e Julia Aissa, respectivamente, e pela diretora de teatro, Beth Terras.
Os espetáculos selecionados foram: Apareceu a Margarida (Teatral Grupo de Risco); Conversa pra mais de Metro (Grupo Identidade Teatral); A Roupa Nova do Imperador (Amélia Rocha); Tudo Porã por Aqui (Emmanuel Marinho); Cala a Boca e Grita (Jair Baliero Damasceno); O Palhaço no Meio da Rua (Circo do Mato Grupo de Artes Cênicas); Tekoha - Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno (Teatro Imaginário Maracangalha); El Magnífico Duelo (Renata Cáceres Ferreira)
Apresentado em teatros, espaços alternativos, ruas e praças de cidades do interior do Estado, o Circuito Sul-Mato-Grossense de Teatro democratiza o acesso a arte e leva aos municípios espetáculos cênicos gratuitos.
Entre 2008 e 2011, o Circuito Sul-Mato-Grossense de Teatro somou um público de mais de 54 mil pessoas em 185 apresentações por 50 municípios do Estado.
O projeto oferece a crianças e adolescentes a oportunidade de ter contato, pela primeira vez, com a arte teatral. Também estimula a cultura, produz ações concretas para o melhor desenvolvimento da arte do teatro no Estado, fomenta a formação de plateia e estimula a criação de novos grupos.
?O teatro fortalece a identidade cultural de um Estado. Oferecer a oportunidade de contato com essa arte profundamente criativa aprimora o pensamento crítico da população. O governo do Estado tem compromisso com a divulgação, o aprimoramento técnico e o registro dessa importante manifestação artística em solo sul-mato-grossense?, explica o presidente da FCMS, Américo Calheiros.