Cultura
Este ano a 28ª Feira Nacional do Artesanato que tem o apoio do Programa Nacional do Artesanato Brasileiro (PAB), promove a sustentabilidade com o tema “Resíduos – reutilizar, reduzir e reciclar”
Termina amanhã a 28ª Feira Nacional de Artesanato, que acontece desde o último dia 5 de dezembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Os artesãos e as entidades representativas do estado foram selecionados por edital e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) ofereceu todo o suporte logístico para que o trabalho dos artesãos com suas mais variadas técnicas e matérias primas pudessem fazer parte do evento.
Participaram os selecionados como artesão individual: Indiana Marques e Ana Vitorino e as Entidades Representativas do Artesanato: Associação dos Produtores de Artesanato e Artistas Populares do MS (Proart/MS) e União Estadual dos Artesãos de Mato Grosso do Sul (Uneart/MS), num total de 37 artesãos, com suas produções, para ocupação de um espaço coletivo de 35m², para divulgação e comercialização de produtos artesanais do Estado.
Este ano a 28ª Feira Nacional do Artesanato que tem o apoio do Programa Nacional do Artesanato Brasileiro (PAB), promoveu a sustentabilidade com o tema “Resíduos – reutilizar, reduzir e reciclar”. Para estimular o público na temática sustentável, são realizadas 120 oficinas de técnicas artesanais, a maioria com foco no reaproveitamento de materiais. Este ano a Feira teve 1.200 estandes e beneficiou sete mil artesãos.
O evento ofereceu oficinas e produção de peças com reutilização de materiais como garrafas pets, raízes, sementes, linhas, tecidos, papel, biscuit e outros materiais recicláveis. Mas tradicionais técnicas também foram ensinadas, como a renda renascença e o tear Manual. Uma novidade esse ano foi a oficina para deficientes visuais, que vão produzir peças de decoração a partir de instruções em braile.
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