Economia
Números consolidados serão apresentados no dia 29 de junho
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira, 1°, a prévia dos números coletados no Censo Demográfico de 2023 para Prefeitura de Aquidauana. O balanço indica que houve aumento de moradores que chega a 46.890, o que corresponde a mais de 1.276 habitantes novos em 10 anos.
Segundo as estatísticas, em 2000 o nível populacional era de 43.440 e em 2010 pontuava 45.615. O atual monitoramento indica que há mais mulheres na cidade, sendo 50,23% e 49,77% homens.
O Censo identificou que:
A equipe do IBGE visitou a zona urbana, rural, distritos, aldeias e pantanal de Aquidauana, totalizando 24.680 unidades visitadas, sendo 21.153 casas. Conforme a metodologia de trabalho do IBGE, todos os dados coletados pelos recenseadores também foram comparados com as informações dos agentes comunitários de saúde.
Conforme o prefeito Odilon Ribeiro, os números facilitam o planejamento para políticas públicas. Embora aumento populacional pouco significativo, o município estuda incentivo de novos postos de trabalho, atrair indústrias e potencialização do turismo.
"Tivemos um pequeno crescimento da população, vamos continuar trabalhando para que o município seja mais aberto e transparente, com os dados a disposição da população. Cresceu, não como a gente desejava, mas é importante manter o crescimento sustentável para atrair os investimentos. Aquidauana precisa crescer gerando renda e investimento para população , esse é a principal meta de trabalho. O centro urbano cresceu e é resultado de quando se coloca investimento no bairro, porque todos investem em casa, compra imóveis e amplia".

Coleta do Censo
Os dados consolidados serão apresentados e disponíveis para consulta pública no dia 29 de junho, no site do IBGE. O coordenador da área, Eric Becker Denardi, explica que a coleta saiu como esperado na cidade. A modernidade facilitou consulta e entrevista com mais tempo hábil, diferente de anos anteriores.
"Nos outros Censos não contávamos com as tecnologias que hoje sim. O censo de 2000 foi feito no papel. O recenseador ia à casa e preenchia no papel, o de 2007 com o censo agropecuário foi um pouco nisso, só que o aparelho é muito demorado. Em 2019, maios moderno, mas não tínhamos imagens de satélite tão nítida. Agora, fomos capazes de fazer uma supervisão nas casas, onde tinha pontos que não, acredito que foi 100% com amor e carinho".

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