dothCom Consultoria Digital
Publicado em 07/11/2007 às 12:33
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
Mais de mil trabalhadores largaram a construção de um dos estádios-sedes da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, no último capítulo de uma seqüência de disputas que ameaçam interromper a preparação do país para a competição.
A União Nacional dos Mineradores (NUM - sigla em inglês) declarou que os trabalhadores paralisaram a construção para pedir bônus e melhoria nas condições de segurança para trabalhar no estádio Moses Mabhida em Durban, um dos dez estádios da África do Sul que serão construídos ou reformulados para 2010.
A greve é uma conseqüência de uma rodada de negociações iniciadas na terça entre a NUM, uma das maiores uniões do país, e o consórcio responsável pela construção do estádio, de acordo com a agência SAPA.
"Nós estamos perdendo o nosso tempo. Ficamos travados em negociações ontem por doze horas", declarou Msi Poswa, um dos líderes da NUM, nesta quarta-feira.
A greve foi instaurada uma semana após os empregadores concordarem em fornecer transporte para os trabalhadores do local para a estação do trem da Cidade do Cabo, além de compensá-los pelos gastos realizados com as viagens no passado.
O movimento é extremamente prejudicial para a África do Sul, que corre contra o tempo para entregar todas as obras previstas para a realização da Copa no prazo estabelecido pela Fifa.
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