Esportes
dothCom Consultoria Digital
Publicado em 13/03/2009 às 12:06
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
O dinamarquês Morten Soubak viveu dentro de uma guerra e até trocou de país perseguindo o sonho de ser técnico de handebol. Nesta semana, ele recebeu o que classifica como maior desafio de sua vida: comandar a seleção feminina brasileira de handebol, substituindo o espanhol Juan Oliver. Desafio maior até que seu trabalho com a Cruz Vermelha, na década de 1990, quando cuidava de refugiados do conflito no território da então chamada Iugoslávia.
Logo depois de sua experiência ajudando vítimas da guerra, entre 1992 e 1995, ele teve uma passagem de menos de um ano pelo Brasil, antes de voltar definitivamente ao país em 2005, já com experiências em seleções de base em seu país. No comando do Pinheiros, comandou um dos clubes mais fortes do país e colecionou títulos, como da Liga Nacional e do Campeonato Paulista.
Agora, volta a trabalhar com mulheres - o que já fizera na Dinamarca, comandando inclusive a veterana goleira Chana em um clube-, e tem um objetivo de respeito, que é levar o handebol brasileiro ao seu primeiro pódio em um Mundial. A melhor chance será em dois anos, quando o campeonato será sediado no Brasil.
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