dothCom Consultoria Digital
Publicado em 04/04/2009 às 13:43
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
A partir da Olimpíada de Londres-12, as vagas não serão mais das duplas classificadas pelo ranking mundial.
"As vagas olímpicas serão agora das federações nacionais, o que significa que elas têm o direito de mudar os atletas, se quiserem", diz Ary Graça Filho, presidente da confederação brasileira e um dos vices da FIVB (Federação Internacional de Vôlei).
Haverá 24 duplas na competição, sendo que 16 delas sairão do ranking --que classifica no máximo duas duplas por país. Das oito vagas restantes, cinco sairão dos vencedores da fase continental da Copa do Mundo.
Os dois melhores times de cada continente que não se classificarem nos qualificatórios locais disputarão uma repescagem, de 25 de junho a 1º de julho de 2012, que concederá mais duas vagas.
Por fim, haverá um lugar assegurado a uma dupla britânica, caso nenhuma já tenha se classificado.
"O novo sistema dá uma chance fantástica para um maior número de países competir para a qualificação olímpica", diz Vicente Araújo, dirigente da FIVB.
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