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Cabecear a bola seria mortal para Cabañas, diz médico

Cirurgião acredita que bala se deslocaria e provocaria hemorragia no cérebro

Salvador Cabañas se recupera bem da cirurgia à qual foi submetido após ter sido baleado na cabeça em uma bar da Cidade do México na semana passada. Enquanto o paraguaio luta por sua vida, muitos já cogitam que ele possa voltar a jogar futebol. No entanto, o cirurgião chileno Gustavo Somoza, amigo de Ernesto Martínez, médico que operou o jogador, alerta que um simples cabeceio poderia ser mortal para ele.

— A bala está alojada em uma parte do cérebro onde há muitas veias, atuando como uma espécie de tampão. Se ele der uma cabeçada, existe a possibilidade de que a bala se desloque e provoque uma grande hemorragia, e isso seria mortal — acredita.

Em declarações ao jornal chileno Las Últimas Noticias, reproduzido pelo espanhol Marca, o médico explicou a gravidade da situação:

— Não é uma lesão cerebral em si mesma, é uma sequela. As probabilidades são altas e isso poderia impedi-lo de jogar futebol. Ele foi operado, e toda intervenção craniana pode desencadear uma meningite, sobretudo se é um ferimento de bala, que é um corpo externo. Uma coisa é poder conversar e outra é ter bons reflexos, uma reação importante para poder coordenar, jogar com o companheiro. Teria que pensar bem se poderá voltar a jogar futebol.

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