dothCom Consultoria Digital
Publicado em 22/01/2008 às 11:52
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
Diversos instrumentistas de Campinas e Jundiaí (SP) interpretarão
canções de música de câmara no próximo dia 9 de fevereiro, às
20h30min, no Teatro Prosa do Sesc Horto. No repertório estão obras dos dois Cds do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e compositor Atapoã Feliz (Zodíaco e Música de Câmara).
Com quatro participantes, a apresentação contará com a presença dos
instrumentistas: Carmen Sylvia Tomasini Pernambuco Pessini, no piano; Edgar Piacentini, no violino: Lara Ziggiatti, no Cello e José Eduardo D' Almeida, na Viola.
Um gênero da música clássica, a Música de Câmara é uma forma de música erudita composta para um pequeno grupo de instrumentos que
tradicionalmente podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio. A
palavra câmara significa que a música deve ser executada em salas
pequenas, geralmente com uma atmosfera mais íntima. Atualmente, é
considerada qualquer música executada por um pequeno número de
músicos, sendo que um deles com maior destaque.
Durante a apresentação serão executadas as músicas dos dois Cds:
Zodíaco e Música de Câmara, que poderão ser adquiridos no próprio
local. Os ingressos para o evento poderão ser obtidos pelo fone:
9257-1367.
Biografia - Atapoã da Costa Feliz nasceu em Guararapes, SP, em 10 de
novembro de 1944.
Aos 12 anos tocava trompete si bemol numa pequena banda, da Escola de Música do Prof. José Pacco, na cidade de Itaporã, MS, mas teve de
abandonar o estudo da Música visto que sua família mudou-se para a
roça.
Formado em Direito em Campo Grande-MS, advogou por sete anos em São
Paulo, capital, e em novembro de 1979 foi aprovado no concurso para a magistratura do Estado de Mato Grosso do Sul, sendo atualmente
Desembargador no Tribunal de Justiça do mesmo Estado.
Sempre teve atração pelo piano, mas jamais estudou com afinco esse instrumento.
No início das inúmeras tentativas, em novembro de 2002, pediram-lhe
que criasse uma frase musical, e ele apresentou, então, a 1ª parte de "A Dança de Samsara" e desse momento não parou mais, descobrindo, aos 58 anos, o seu talento para a composição, mercê de Maria das Graças Pereira, professora de piano.
Teve, ainda, como professores de música, os pianistas Júlio César
Figueiredo e Cristina Neivock, na cidade de Campo Grande, MS, devendo, ainda, ao irmão Júlio Feliz, os ensinamentos básicos da música na informática.
Na parte de arranjos, sempre contou com o trabalho incansável da
pianista Carmen Sylvia e com os ensinamentos inestimáveis da
professora Cristina Neivock e dos maestros Orion Cruz e Eduardo
Martinelli.
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