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Eri Johnson traz comédia à Capital

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O Palácio Popular da Cultura recebe nos dias 10 e 11 próximos a comédia teatral "Alarme Falso", com Eri Johndon, Flávio Migliaccio e Luciana Gonçalves. O texto e a direção é de Marcelo Saback e a comédia está em cartaz há dois anos no Rio de Janeiro, se constituindo num grande sucesso de público.


Os ingressos já estão à venda na Praça Central do Shopping Campo Grande, ao preço de R$ 75,00 para o setor B e R$ 60,00 para os demais setores.


Alarme falso é uma comédia policial que faz uma viagem através da mente humana para descobrir quem matou a Dona Divina, moradora do sétimo andar, de um prédio de classe média. A trama gira em torno dos estudos científicos da mente de um famoso psicanalista que tenta descobrir o assassino.


O método escolhido pelo Doutor Hilário (Flavio Migliaccio) é auto-hipnose para tentar chegar a psique do criminoso. De forma bem divertida e humorada o psicanalista vai analisar a personalidade de vários personagens que tiveram contato com a assassinada. Doutor Hilário e sua assistente Didi (Luciana Gonçalves) passam a estudar o caso através de lembranças e oitivas dos personagens representados pelo ator Eri Johnson.


Na história o ator faz 10 personagens que poderiam ter tido algum motivo para matar a Dona Divina. Todos os personagens se misturam na cabeça do psicanalista que estuda cada paciente em busca de perguntas e respostas que possam levar até o assassino.


O consultório se transforma numa central de inquéritos onde todas as histórias criadas pela imaginação do terapeuta são analisadas entre quatro paredes. Jorge é entregador de pizza; Iracy é homossexual nervoso; Seu Manuel é o português da padaria; Ambrosio Machado cerca de 40 anos é um desempregado que passa o dia bebendo; Joãzinho é um menino levado; Deise é professora primária; Ainda tem o Gaguinho, o Surfista, Gilberto e o Delegado. É um labirinto de informações. Paralelo as análises psicanalíticas o assassinato da Dona Divina também é investigado pela polícia.


A peça faz uma crítica a nossa constante tentativa em querem entender a psique humana. Será que somos, na verdade, amadores psicanalistas que buscam em vão, através da mente, uma explicação psicológica para nossos atos? Será possível saber quem matou Divina? Quem será que a jogou pela janela? Fale a verdade e não brinque com o destino: na vida ou você é vítima ou você é assassino.

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