22 de janeiro de 2021
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Eventos

VI Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas

22 DEZ 2007 - 11h50min
da redação

Afim de aprofundar uma relação já existente entre o Centro di Produzione Teatrale Via Rosse (Itália) e os artistas brasileiros, o VI Feverestival traz em sua programação duas oficinas e um espetáculo teatral do grupo.


O Via Rosse


Fundado pelos atores e diretores Norberto Presta e Sabine Uitz, na região do Venetto, Itália, o VIA ROSSE é um ponto de referência para a produção de espetáculos, pesquisa teatral, atividades pedagógicas, encontros e festivais. Um ponto entre culturas, entre continentes e países, entre artistas de teatro e de outras áreas. São muitos os grupos e associações, com os quais colabora há muitos anos na Europa e na América Latina, dentre eles: LUME (Campinas), PERIPLO COMPAÑIA TEATRAL (Buenos Aires), PONTE ENTRE CULTURAS (Itália - Brasil - Argentina).


Via Rosse desenvolveu estágios na Itália, Alemanha, França, Argentina e Brasil. Entre 1996 e 2002, coordenou a "Cívica Scuola Integrale di Teatro". Desde 2002, organiza a "Scuola Internazionale di Teatro" em Vighizzolo d'Este - Padova, que se configura como parte pedagógica do encontro "PONTI - Encontro entre Culturas".


Desde 2004, a "Scuola Via Rosse" trabalha regularmente com um grupo de estudo, que investiga o desenvolvimento e o aprofundamento de um modo particular de ver e produzir teatro.
OFICINAS:


TREINAMENTO E CRIAÇÃO NO MOMENTO CÊNICO


Ministrante: Norberto Presta
Data: de 12 a 15 de fevereiro de 2008
Horário: 9h as 13h
Carga horária: 16h
Investimento: R$ 300,00
Local: Espaço "Era uma Vez" - Barão Geraldo - Campinas
Público alvo: atores e bailarinos
Pré requisito: Cada participante terá que ter decorado um texto de ao menos dez linhas. Pode ser um texto teatral ou não, preferimos que não seja uma canção ou poesia.


Release


A oficina propõe uma visão do VIA ROSSE sobre a formação e a preparação físico-psíquica para o desenvolvimento do ator-bailarino.


Nesta ocasião, trabalharemos paralelamente o treinamento e a criação do momento cênico. Estas fases do trabalho se complementam mutuamente.


O treinamento: não será proposta uma série de exercícios mais ou menos inteligentes para estar mais ou menos em forma, mas sim uma disciplina de formação que trabalha sobre a presença físico-psíquica do ator-bailarino, ou seja,  sua cultura.


Através do treinamento, o ator-bailarino constrói sua cultura, a relação do indivíduo com o instrumento do seu trabalho. Só que, no teatro, o instrumento é o próprio indivíduo. No treinamento físico-psíquico, trabalhamos fundamentalmente para criar uma presença física orgânica, ou seja, um corpo sem cisões com a mente, e/ou com a emoção, e/ou com a palavra.


Trabalhamos portanto os princípios do movimento em relação a si mesmo, com o espaço e com os outros. Sobre os impulsos, improvisação e partitura física. Sobre a respiração, som e texto, a voz falada e a voz cantada.


A criação no momento cênico: partimos dos mesmos princípios citados no treinamento para construir breves momentos cênicos, baseados no estudo das ações físicas e a interação com a palavra. O teatro, como a vida, é feito de uma seqüência de pequenas situações mais ou menos complexas: de momentos.


Quando estes momentos vêm concentrados, codificados, formalizados através de técnicas teatrais, se obtém um momento cênico. Estes momentos são materializados, criados pelo ator-bailarino; são seus momentos criativos, seu espaço, sua autonomia.


Nesta oficina, trabalharemos com a criação de momentos cênicos confrontados com os princípios do treinamento, e somando aos outros níveis de atenção.


Um trabalho minucioso que busca os estímulos e os impulsos que nos permitam nos acionar fisicamente. Tendo consciência e transformando-se em conseqüência dos estímulos e dos impulsos é o que o ator-bailarino será capaz de reproduzir organicamente em suas descobertas, suas ações e assim construir uma partitura física-psíquica: seu momento.


Norberto Presta - nasceu em Buenos Aires (Argentina) em 1953. Em 1971 começou sua atividade teatral. Entre outros estudos teatrais frenquentou a Escola Municipal e a Escola Nacional de Arte Dramática de Buenos Aires. Em 1981 foi convidado, com seu grupo, para participar do ISTA, em Volterra (Escola Internacional de Teatro Antropológico), dirigido por Eugênio Barba. Desde então vive na Europa e trabalha como ator, diretor e autor, dividindo seu tempo entre a Alemanha, Itália, Brasil e Argentina. Os tema sociais e políticos, num teatro onde a imagem e o corpo são protagonistas, fazem o conteúdo e a forma de seu trabalho. Em 1996 fundou, na Itália, junto a Sabine Uitz, o Centro de Produção Teatral Via Rosse. Seus últimos trabalhos no Brasil foram "O que seria de Nós sem as coisas que não existem", Grupo Lume; e "Fuga!" um projeto do Núcleo Fuga em parceria com Lume Teatro.


VOZ CANTADA E A VOZ FALADA


Ministrante: Sabine Uitz
Data: de 20 a 24 de fevereiro de 2008
Horário: 14h as 18h
Carga horária: 20h
Investimento: R$ 300,00
Local: Espaço "Era uma Vez" - Barão Geraldo - Campinas
Público alvo: atores e bailarinos
Pré- requisito: Cada participante deve trazer decorado uma canção e um texto de ao menos quinze linhas aprendido perfeitamente na memória. Pode ser um texto teatral ou não, o importante é que não seja escolhido superficialmente mas que corresponda a um interesse pessoal.
 
Release


Quando nascemos, gritamos e saudamos a vida; somos matéria com energia e a voz é energia transformada. Temos que buscar e criar um canal para ela e assim descobrimos que tem dentro tudo o que somos, tudo o que éramos, tudo o tudo o que poderemos ser. É importante encontrar um caminho. Somos "performers" e a voz é um componente muito importante do nosso trabalho. Esse caminho as vezes aparece com o nome de técnica, as vezes depende também de uma metodologia - que nos permita, não apenas explorar a voz, mas também poder usá-la com consciência e poder trabalhar com ela.


Agindo cantando e falando


Porém, esse trabalho tem também um outro nível: cada ser humano tem suas músicas interiores. Fazer teatro é misturar as músicas dos atores com um grande tema principal. Isto tem uma consequência física bem visível. A palavra merece muito respeito. Ela se coloca no interior profundo de cado um de nós; é uma expressão do nosso ser - ou será o nosso ser a expressão da palavra? Quando trabalhamos com o texto, sentimos esse intercâmbio constante. Para encontrar o sentido de um texto, necessitamos desmontá-lo antes. Este desmontar nos permite abrir muitas portas, onde antes só existia uma.


"Enfim, é uma coisa maravilhosa deixar-se surpreender a si mesmo."


A oficina


Buscaremos criar um outro estado energético e  outro nível de concentração  como ponto de partida para o trabalho sobre o som e o espaço.


Buscaremos desenvolver uma musicalidade no trabalho, criando uma comunicação entre o fluxo energético e aquilo que está dentro e fora de nós.


Teremos como foco:


- a sonoridade interior (o espaço interior, seus "ecos" e seus estímulos) e a sonoridade exterior (o espaço exterior e seus estímulos)
- a extensão da voz e suas qualidades
- a definição do som
- a improvisação vocal com sons
- a canção como meio de exploração vocal
- a improvisação vocal com texto
- o texto cantado
- o texto como ação (desmontagem e remontagem do texto)
- o trabalho coral


Sabine Uitz - Atriz, diretora e pedagoga, Sabine Uitz fundou o Centro de Produzione Teatrale VIA ROSSE em 1996. Sua formação teatral se deu, inicialmente, na Universidade de Erlangen-Nuremberg (Alemanha), onde estudou recitação e ciência do teatro. Desde 1989, dirigiu, atuou e produziu uma série de espetáculos na Alemanha e na Itália. Atualmente leva suas produções e atividades pedagógicas para diversos países, entre os quais: França, Itália, Alemanha, República Tcheca, Argentina, Equador e Brasil. Em 2001, ganhou um prêmio com o espetáculo " Lei e Lui" (produção do Via Rosse) e o prêmio de melhor espetáculo no festival "M.Apostrofoff99". Em 2004, ganhou, com o Via Rosse, o concurso MOVIN'UP da Assossiação Circuito dei Giovani Artisti Italiani.


Sabine participa como pedagoga em vários projetos de formação de atores patrocinados pela Comunidade Européia, entre os quais:  Les Theatrales (França), Les Transversales (França), Theaterwerkstatt Trebnitz (Alemanha). Em sua atividade pedagógica, tenta formar um ator/ bailarino-criador, concentrando-se no tema da presença e da organicidade do "performer" na cena. O ponto central de seu trabalho está voltado para colocar em cena a biografia de pessoas "extraordinárias". Giovanna Papessa, por exemplo, é o terceiro monólogo escrito e atuado por Sabine, tendo sido apresentado em diversos festivais e turnês na Itália, Brasil e Argentina. Em sua atual pesquisa, dedica-se ao estudo da voz e da música, tentando agregar ao trabalho teatral, a musicalidade como princípio de base.


LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE TEXTOS TEATRAIS


Ministrante: Newton Moreno
Data: de 27 a 29 de fevereiro de 2008
Horário: dia 27 e 28 das 9h as 13h; dia 29 das 9h as 18h (com intervalo de almoço)
Carga horária: 16h
Investimento: R$ 300,00
Local: Espaço "Era uma Vez" - Barão Geraldo - Campinas
Público alvo: dramaturgos, ou futuros dramaturgos.
Pré-requisito: enviar e trazer um texto próprio para ser trabalhado durante a oficina. Esse texto não precisa estar finalizado, bastam alguns apontamentos que possam ser desenvolvidos.
Seleção: a seleção será feita a partir do envio dos textos.


Release


A oficina pretende trazes reflexões sobre o processo de criação do texto teatral, utilizando os interesses em dramaturgia dos oficineiros. 


O eixo do trabalho será o desenvolvimento dos projetos de cada candidato.  Realizaremos análise de textos dramáticos, estudando as ferramentas da dramaturgia e as questões relevantes (formais e de conteúdo) da produção contemporânea.


A idéia é selecionar candidatos com projetos de textos teatrais e através de laboratórios e leituras dar-lhes ferramentas para desenvolver, após a oficina, sua peça.


Toda a dinâmica consiste em atividades que serão trampolins para as ferramentas da escrita teatral.


Assim a oficina quer ouvir as questões, o universo, o vocabulário destes integrantes para agir e direcionar seu trabalho.


NEWTON MORENO


Nascido em Recife, formou-se em Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, no espetáculo Primeiras Estórias, adaptado e dirigido por João das Neves em 1995 e é Mestre em Artes Cênicas pela USP com orientação da Profa. Dra. Sílvia Fernandes onde desenvolve atualmente projeto de Doutoramento.


Faz parte do corpo docente da Escola Livre de Teatro de Santo André. Em 2001, encenou seu primeiro texto Deus Sabia de Tudo e Não Fez Nada, que cumpriu temporada no TUSP e no Teatro Sérgio Cardoso entre 2001 e 2003.


É autor de Dentro (que participou da Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002) e A Cicatriz é a Flor, estes dois textos juntos compõe a primeira etapa do Projeto Carne/Body Art e foram encenados do Teatro de Arena em maio de junho de 2004;


e Agreste com direção de Márcio Aurélio, com a Cia Razões Inversas em São Paulo. Por este texto ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) de Melhor Autor em 2004.


Recebeu Bolsa Vitae de Artes em 2003 para realizar livre adaptação teatral do livro Assombrações do Recife Velho de Gilberto Freyre. Este texto está sendo encenado pelo seu grupo, Os Fofos Encenam, com apoio da Lei de Fomento da Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo. Este espetáculo ganhou os Prêmio Qualidade Brasil 2005 de Melhor Espetáculo, Direção e Ator na categoria Comédia e teve indicações ao Prêmio Shell de Teatro de 2005 para direção, iluminação e música.


Desenvolveu juntamente com Antônio Rogério Toscano texto para espetáculo do Núcleo Experimental do SESI, com a coordenação de Georgette Fadel, Santa Luzia passou por aqui com seu cavalinho comendo capim; e em parceria com Alessandro Toller assina o texto e direção do espetáculo Fronteiras em cartaz no SESI no primeiro semestre de 2007.


Adaptou Ferro em Brasa com o grupo OS FOFOS ENCENAM, este espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell 2006 na categoria especial pela pesquisa da linguagem do circo-teatro.


A Refeição ( resultado da oficina de dramaturgia ministrada pelo Royal Court Theatre em 2004 em São Paulo e em 2005 em Londres ) foi encenada no primeiro semestre de 2007 em São Paulo e no Festival de Teatro de Curitiba e está em cartaz no espaço dos Parlapatões em São Paulo.


As Centenárias com direção de Aderbal Freire Filho está em cartaz no Teatro Poeira no Rio de Janeiro com Marieta Severo e Andréa Beltrão no elenco.
The Célio Cruz Show, Jacinta e Berço de Pedra são textos inéditos.
 
MANUAL E GUIA DO PALHAÇO DE RUA


Ministrante: Fernando Cavarozzi (palhaço Chacovachi)
Data: de 20 a 24 de fevereiro de 2008
Horário: 9h as 13h
Carga horária: 20h
Investimento: R$ 300,00
Local: Espaço "Era uma Vez" - Barão Geraldo - Campinas
Público alvo: palhaços e futuros palhaços que trabalhem ou queiram trabalhar com solos de rua.


Release


Temas a serem desenvolvidos:
1.        - História, filosofia e ideologia do palhaço de rua.
2.        - Estrutura e formatos
3.        - Regras básicas da apresentação de rua
4.        - Visão periférica, olhos na nuca, trabalho em arena.
5.        - Personalidade e energia
6.        - Convocatória
7.        - Passada de chapéu
8.        - Profissionalismo
9.        - Treinamento de improvisação
10.     - Técnica de criação de sequências para a rua.


Método do xadrez


Fazer uma apresentação de palhaço é como jogar xadrez. Todos sabemos como se joga, joga-se com e contra o público. O rei é sua dignidade e sua fonte de energia, se você perde alguma dessas qualidades, pode dar-se por morto. A rainha é a sua personalidade e sua atitude, é a que defende e ataca, a que pode ganhar sozinha uma partida, a que vai para onde quer e quando quer. Jogar sem atitude ou personalidade, torna o triunfo muito difícil. Os bispos, cavalos e torres, são a seu repertório (desculpas para estar em cena) que pode ser:  clássicos, paródias, habilidades, participativos, excêntricos, etc. Os peões, são suas piadas e gags, que podem ser usadas a qualquer momento. Se você se move, o público se move, assim como quando o público se move, você também se move, por isso, mesmo com o mesmo material, nunca saem duas apresentações iguais.


Chacovachi


O palhaço Chacovachi é Fernando Cavarozzi. Ele mora na periferia de Buenos Aires e é palhaço de rua ha 24 anos. Ele se apresentou em importantes festivais de teatro, em ruas e praças populares ou escondidas, assim como em vilas e favelas de centenas de cidades e dezenas de países.


Durante 16 anos foi o palhaço de Plaza Francia, em Buenos Aires. Vivendo do chapéu e transformando-se em uma referência para artistas de rua de toda Argentina.


É diretor do Circo Vachi com 12 temporadas na costa Argentina, e diretor da organização das convenções argentinas de malabares, circo e espetáculos de rua (já na 10º edição). Seu espírito clown inspirou a muitos palhaços de rua na América do Sul e Espanha.


OFICINA INDICADAS:


O Corpo da Palavra - ministrada por Moacir Ferraz.
De 11 a 14 de Fevereiro de 2008 das 9:00h às 13:00h
Local: Útero de Vênus
Valor por aluno: R$ 250,00
Quantidade de Vagas: 08
Solicitamos uma carta de intensão acompanhado de um breve currículo (5 linhas).
Inscrições: boa.companhia@terra.com.br até 31 de Janeiro de 2008.
Informações: (19) 32880267 / (19) 81315554


Sinopse


Oficina teatral baseada em pesquisa que tem a palavra como principal guia para a construção da performance cênica, fundamentada, principalmente, nos ensinamentos de Stanislavski, além dos escritos de Grotowski e Eugenio Barba.


Objetivos


1) desenvolver a capacidade de representação dos participantes a partir do conceito de ação física, de Stanislavski
2) proporcionar aos participantes um ganho de experiência no que tange à improvisação, criação e elaboração final da performance cênica, trabalhando a palavra enquanto ação vocal.
 
Moacir Ferraz de Carvalho Filho


Graduação e pós-graduação no Depto. De Artes Cênicas do Instituto de Artes da Unicamp. Ingresso no doutorado: março de 2005.


Ator da Boa Companhia há treze anos, ao longo dos quais participou de alguns dos mais importantes festivais internacionais realizados no Brasil (Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e S. J. Rio Preto), tendo também realizado apresentações fora do país (Inglaterra, Alemanha e Portugal), sempre aliando a atividade pedagógica à de representação, através de cursos oferecidos individualmente ou com os demais integrantes da companhia.


Em 2004 estreou como diretor no espetáculo "Agda", baseado em conto homônimo de Hilda Hilst. Criou e co-dirigiu com Verônica Fabrini "A Dama e os vagabundos", espetáculo que teve sua pré-estréia em abril/05. Com a Cia. Apnéia de Teatro, dirigiu "Vai e Vem" de S. Beckett, em montagem de fim de graduação do Depto. De Artes Cênicas da Unicamp.


Atualmente realiza o curso de doutorado no Instituto de Artes da Unicamp tendo, como objeto de pesquisa, o trabalho do ator e, mais especificamente, sua relação com a palavra.

 

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