dothCom Consultoria Digital
Publicado em 08/03/2008 às 11:03
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
Um clássico de Bob Dylan levanta uma pergunta que há muito se faz em relação a BR 163, a mais importante e movimentada de Mato Grosso do Sul: "Quantas mortes serão necessárias prá se perceber que já se matou demais?".
Em apenas um dia, no trecho entre Dourados e Campo Grande, seis vítimas fatais foram registradas, em dois acidentes. No mais grave morreram Ronaldo Marcos Martins (31 anos), Ivonélia Crescêncio da Purificação (45), Renato Gomes Nogueira (48) de Chateubriand Nunes Amâncio, todos professores da Universidade Federal da Grande Dourados.
Há muito os trechos entre Nova Alvorada-Campo Grande e Bandeirantes-São Gabriel são citados entre os mais perigosos do país, contabilizando mortes trágicas.
Embora muitas melhorias tenham sido feitas nos últimos anos, especialmente entre a capital e Nova Alvorada, com a construção de terceira faixa nos trechos mais perigosos, as estatísticas fatídicas ainda preocupam.
Entre as medidas que tem sido anunciadas está a possibilidade de duplicação da rodovia. Já se cogitou também a sua privatização, atribuindo-se à empresa gestora a responsabilidade de um conjunto de obras visando dotar a rodovia de mais segurança.
Enquanto o futuro da BR 163 não é decidido, muitas famílias continuam a chorar seus mortos. Daí já ser chamada por alguns de "rodovia da morte".
Eleições 2026
Candidato a deputado estadual pelo PL participou de encontros nesta quarta-feira; ele apresentou propostas voltadas à geração de emprego e renda, investimentos e ampliação das oportunidades para a população da região
Eleições 2026
Candidata a deputada federal pelo PSDB destacou demandas de Bela Vista; saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento estão entre as prioridades
Voltar ao topo