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Famílias de evangélicos educam filhos em casa e são perseguidas

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O sistema escolar brasileiro precisa de revisões e está muito aquém do desejado? Há muito alguns especialistas dizem que sim. Diante desta constatação algumas famílias resolveram  adotar o sistema de educar os filhos em casa.


Os resultados das poucas experiências tem sido surpreendentes. É o caso de uma família de Timóteo, no Estado de Minas Gerais.  O casal Cleber Andrade e Bernadeth Nunes tirou os filhos da escola pública há dois anos, preocupados com as influências que os mesmos estavam recebendo e com os baixos padrões educacionais.


Os filhos do casal mostraram melhoria significativa, tanto que passaram com notas altas nas provas de admissão numa Faculdade de Direito, com a idade de apenas 13 e 14 anos.


Outro que adotou a mesma experiência com resultados animadores é Josué Bueno, ex-pastor evangélico. Ele decidiu educar em casa seus nove filhos depois de conhecer a prática durante sua juventude nos Estados Unidos.


Nos dois casos, porém, há um problema: as leis do  Brasil  não permitem a prática, que é adotada em alguns países. As duas famílias estão enfrentando problemas com a justiça  e  ameaças que envolvem prisão, perda da  guarda dos filhos, etc.


A família Bueno mudou-se para   Portugal, depois de sofrer perseguições diversas por causa de suas convicções, incluindo a obrigatoriedade de submeter-se a "tratamento psicológico".


Numa entrevista ao site Life News, Cleber Nunes disse que "o sistema escolar brasileiro é um fracasso comprovado, com baixas classificações em estudos nacionais".


Ele lembra que o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes classificou os estudantes brasileiros na 57ª posição na área de desempenho escolar.


Entre os problemas verificados nas escolas  do país que preocupam alguns pais, está o alto índice de violência. Estudos feitos em 2005 revelam que 71% dos estudantes já sofreram algum tipo de violência.


Cleber Nunes, que também é um cristão evangélico, critica os valores aceitos pela sociedade. A distribuição de camisinhas de graça, para estudantes de até 10 anos, atesta segundo ele que alguns programas de educação sexual nas escolas são pouco mais do que propaganda para a licenciosidade sexual.


www.ipbaq.com

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