dothCom Consultoria Digital
Publicado em 15/05/2008 às 08:29
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) ficou em 1,52% em maio, mais que triplicando o valor em relação à taxa apurada em abril, que foi de 0,45%, segundo divulgou nesta quinta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). As altas dos alimentos e combustíveis foram responsáveis pelos ganhos da inflação. Foi a maior leitura do índice desde dezembro de 2007, quando subiu 1,59%.
Entre os componentes, o Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 1,91% no mês, ante alta anterior de 0,35%. O IPA agrícola passou para aumento de 1,64% em maio, seguindo a queda de 1,31% no mês passado. O IPA industrial acelerou a alta para 2,01% neste mês, ante 1% em abril.
As principais variações positivas individuais no atacado vieram de arroz em casca, minério de ferro, adubos e fertilizantes, bovinos e leite in natura. A pressão desses dois últimos itens é sazonal.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,67% em maio, seguindo a variação positiva de 0,61%. A aceleração deveu-se à alta maior dos grupos alimentação e saúde e cuidados pessoais, de respectivamente 1,70% e 0,78%.
As maiores elevações individuais de preços no varejo foram de mamão papaia, pão francês e leite longa vida. Os movimentos refletem impactos sazonais e também os elevados preços das commodities, como é o caso do pão, que leva trigo.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou elevação de 0,85%, ante alta de 0,73% em abril. Os custos do aço foram a principal pressão.
O IGP-10 foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. No ano, o índice acumula alta de 4,47% e nos últimos 12 meses, de 10,71%.
Eleições 2026
Candidato a deputado estadual pelo PL participou de encontros nesta quarta-feira; ele apresentou propostas voltadas à geração de emprego e renda, investimentos e ampliação das oportunidades para a população da região
Eleições 2026
Candidata a deputada federal pelo PSDB destacou demandas de Bela Vista; saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento estão entre as prioridades
Voltar ao topo