Geral
O plebiscito para ouvir a população de Mato Grosso do Sul sobre a mudança do fuso horário deve ficar para o ano que vem. A previsão é do autor do projeto, o senador Valter Pereira (PMDB). De acordo com ele, a proposta, que depende de aprovação do Senado, será avaliada neste segundo semestre.
"É provável que seja aprovado no segundo semestre, mas é impossível a realização do plebiscito ainda neste ano", enfatiza. Caso aprovada, cabe ao TSE (Tribunal Superior Eleitotal) definir o dia para a consulta pública. A intenção do senador era incluir o plebiscito nas eleições municipais de outubro.
No Senado, a equiparação do horário do Estado ao de Brasília também é tema de um projeto de autoria do senador Delcídio Amaral (PT). Pela proposta, o horário mudaria apenas com a autorização dos parlamentares, pois esse tipo de legislação é prerrogativa do Congresso Nacional. "É prerrogativa do Congresso, mas afeta a vida da população. É necessário ouvir a opinião pública", avalia Valter Pereira.
Dividida - Pesquisa divulgada hoje pela Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) aponta que a população está dividida. Dos entrevistados, 50,1% disseram-se favoráveis à mudança do fuso horário diante da apresentação de cartão informando os principais pontos defendidos e os criticados, enquanto 42% se posicionaram contra. A margem de erro do levantamento é de 3,9 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa quantitativa pesquisou um universo de 622 moradores da zona urbana de Campo Grande com 16 anos ou mais de idade, pertencentes às classes A, B, C, D e E.
Saúde
Dados ajudam a orientar ações de prevenção e saúde pública; município também havia aparecido entre os cinco primeiros no levantamento referente ao primeiro quadrimestre
Ação da Polícia Civil
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