dothCom Consultoria Digital
Publicado em 10/08/2009 às 11:00
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
Um bebê prematuro que havia sido declarado morto pelos médicos de um hospital no Paraguai foi encontrado vivo horas depois de ser levado para casa para um velório.
A família havia recebido uma caixa e uma certidão de óbito. No documento, o bebê recebeu o nome de Angela Rossana Caceres.
O pai do bebê, Jose Alvarenga, disse que a família descobriu que o bebê estava vivo depois de ouvi-lo chorando na caixa onde ele havia sido colocado.
"Eu abri a caixa, tirei o bebê de dentro e ele começou a chorar", disse a tia do menino, Liliana Alvarenga. "Eu fiquei assustada e disse o bebê está chorando, ele está chorando", afirmou. Foi então que a família descobriu também que o bebê era, na verdade, um menino.
O bebê está agora na unidade de terapia intensiva do mesmo hospital onde nasceu, e sua condição de saúde seria estável.
O chefe da unidade de pediatria do hospital, Ernesto Weber, disse que um médico não havia checado os sinais vitais do bebê de forma apropriada.
"Este é um caso pouco comum", disse Weber à agência de notícias AFP, acrescentando que será realizada uma investigação sobre o incidente.
Ainda Notario, uma médica que trabalha na maternidade do hospital disse que enfermeiros e médicos tentaram ressuscitar o bebê por uma hora antes de declará-lo morto.
"O pulso dele estava tão baixo que não podia ser detectado", disse Notario.
Segundo os registros médicos, o bebê, que nasceu com 24 semanas, pesava apenas 500 gramas.
O menor bebê prematuro ao nascer já registrado foi um bebê americano que nasceu com menos de 22 semanas e pesava apenas 280 gramas.
Eleições 2026
Candidato a deputado estadual pelo PL participou de encontros nesta quarta-feira; ele apresentou propostas voltadas à geração de emprego e renda, investimentos e ampliação das oportunidades para a população da região
Eleições 2026
Candidata a deputada federal pelo PSDB destacou demandas de Bela Vista; saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento estão entre as prioridades
Voltar ao topo