Neste dia 07 de abril, o quarto poder governado pelos jornalistas e comunicadores da imprensa está em festa, é o Dia Nacional do Jornalista e aniversário da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Fundada no Rio de Janeiro (RJ), em 1908, a ABI completa 102 anos criação e para os comunicadores ela além de importante órgão da classe é responsável pela instituição oficial do Dia Nacional do Jornalista.
Em comemoração a essa data diversos estados, dentre eles Mato Grosso do sul, preparam atividades alusivas ao Dia do Jornalista, incluindo nas programações palestras e seminários acerca da “defesa do restabelecimento da exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão”, que sobremaneira está sempre presente em todos os segmentos.
O jornalista consegue observar o fato da ótica natural, social, política e o que há nas entrelinhas, descrevendo-o em textos com linguagem acessível e popular para que a sociedade se informe e forme opinião.
Com emoção e seguindo uma ‘liturgia’ que busca envolver o leitor, ouvinte e telespectador, o jornalista tem a missão de ‘dar’ a notícia mesmo que várias vezes, mas como se fosse a primeira e última, com entusiasmo e em primeira-mão.
O público de um jornalista nunca é conhecido de todos, nunca se organizam em fã-clubes, mas sempre é fiel independente se o jornalista está ou não no “top mais”. Esse público mantém a fidelidade a esse jornalista que cumpre com sua missão de noticiar com credibilidade e emoção, interpretando o fato sem alterá-lo, mas com novidades e detalhes que levem o leitor/ouvinte/telespectador a se imaginar contemplando, vivenciando e testemunhando o fato.
Com a criação da ABI, os jornalistas ganharam um forte impulso na luta pela conquista da dignidade da profissão, que resistiu ainda a repressão militar e hoje, é temida por muitos, pois é através dos jornalistas que pessoas, fatos, histórias e empresas são levadas a mídia e torna-se ícones de ‘admiração’ ou são repudiadas.
A Federação Nacional dos Jornalistas lembra que novos marcos vieram com os avanços na regulamentação da profissão, com as primeiras leis e decretos nas décadas de 1930 e 1940 e, finalmente, com o Decreto 972, de 1969, que estabeleceu a necessidade da formação universitária específica para o exercício do jornalismo em seus distintos segmentos.
Nós jornalistas passamos pelo crivo dos militares, pelo fogo cerrado dos políticos autoritários e outros corruptos mirados pela imprensa e pelo detector de verdades e mentiras da sociedade e permanecemos com a missão de sermos os transmissores das boas ou más notícias.
A todos os colegas de profissão, os que já estão na labuta nas redações, rádios, assessorias de imprensa e televisão e aos futuros profissionais da imprensa, estudantes de jornalismo, desejamos sucesso e persistência e acima de tudo que sejam profissionais reconhecidos pelo trabalho de noticiar com credibilidade e amor ao que fazem.
O grande baú de conhecimentos linguísticos, o dicionário do Aurélio define que “mestre” é todo aquele que é perito ou versado numa ciência ou arte.
Parabéns a todos os jornalistas, mestres da arte de informar, de comunicar, de emocionar!
Deus os abençoe!
Autoria: Rosileny Ribeiro – DRT 703/MS
(Graduada em Jornalismo, cursando Pós-graduação em Comunicação e Marketing e atua como Assessora de Imprensa na Prefeitura de Anastácio)