Caso foi no balneário municipal de Bonito durante feriado de carnaval. PMA busca provas e localização do banhista para autuá-lo por maus-tratos.
Luiz Guido Junior
Publicado em 07/03/2017 às 15:39
Atualizado em 10/09/2026 às 14:35
O banhista mordido por uma sucuri no balneário municipal de Bonito, cidade turística de Mato Grosso do Sul a 278 km de Campo Grande, disse que não tentou pegar ou provocar a cobra, como afirmou a Polícia Militar Ambiental (PMA). Em entrevista ao G1 nesta segunda-feira (6), Romeu Bobadilha disse que o local não estava interditado.
"Eu não fiz nada, simplesmente pulei de pé [na água], quando senti que algo me mordeu, sei lá, puxei meu braço. O lugar não estava interditado, não", disse por mensagem de texto.
O caso aconteceu na tarde do dia 27 de fevereiro depois que o homem teria provocado o animal, desrespeitando seu habitat natural no rio Formoso, segundo a PMA. Conforme relatório da Administração do Balneário Municipal de Bonito, o Romeu foi levado para o hospital da cidade com diversas lesões.
A assessoria de imprensa da corporação disse à reportagem que a parte do rio onde a sucuri apareceu estava isolado com fita zebrada desde o domingo (26), quando a cobra fez a primeira aparição.
O 3º sargento da PMA do município, Gerson Sovenigo, disse ao G1 na quinta-feira (2) que o acidente aconteceu durante uma rápida aparição da sucuri em uma área onde ficam os banhistas. O animal te cerca de 3 metros de comprimento e é famoso no balneário.
"Há tempos essa sucuri mora no balneário municipal e, toda vez que ela aparece, os guarda-vidas e guardas municipais isolam a área até que ela vá embora", explicou.
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