Líderes sindicais do Estado concedem entrevista coletiva hoje (25) em Campo Grande para detalhar serviços que serão paralisados na sexta-feira (28) – dia que será marcado por protestos contra as reformas Trabalhista e Previdenciária que tramitam no Congresso Nacional. A expectativa é as manifestações tenham efeitos em todas as regiões de Mato Grosso do Sul, afetando setores como educação, logística e transporte e a construção civil.
No Estado, o movimento é encabeçado pelos membros do Comitê Estadual Contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária de Mato Grosso do Sul. As reformas foram propostas pelo governo federal e incluem a definição de uma idade mínima para a aposentadoria e mudança nas regras para a contratação de terceirizados.
Categorias como a dos Correios anunciaram que entregam em greve a partir de amanhã (26), em razão do plano de restruturação da empresa que inclui o fechamento de agências e a redução do quadro de funcionários, por meio de demissões voluntárias.
O detalhamento das ações previstas para o dia de greve geral ocorre às 14h, na sede do Sindicato da Construção Civil, na rua Maracaju 878 – na Capital.
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