X

Geral

Tribunal mantém ação e bloqueio de bens de juiz afastado até análise do mérito

Aldo Ferreira da Silva Júnior pedia a suspensão do processo contra ele e o fim da indisponibilidade de bens

Compartilhe:

A-

A+

Recurso do juiz afastado Aldo Ferreira da Silva Júnior, que pedia a suspensão do processo contra ele e o fim da indisponibilidade de bens, foi analisado apenas para efeito devolutivo, sem julgamento do mérito, pelo desembargador Fernando Mauro Moreira Marinho, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

Decisão da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos contra Aldo o condena por fraude em precatórios milionários, lavagem de dinheiro e irregularidades em processos de inventários.

Para Marinho, “não há falar, no presente momento, em exame aprofundado do mérito da causa, sendo certo que o enfrentamento da questão de fundo dar-se-á após a realização da instrução probatória, eis que, antes da instauração do contraditório, prevalece, como dito anteriormente, o princípio in dubio pro societate”.

Isso significa que, em determinadas fases do processo penal, a dúvida sobre o cometimento dos crimes não favorece o réu (Aldo), e sim a sociedade. Dessa forma, o desembargador entendeu que atender o pedido alegado no recurso seria algo “excepcional”.

Tanto que, em outro trecho da análise do recurso, sustenta que “as questões relativas à existência ou não de dolo na conduta dos agravantes (Aldo e outra advogada também acusada) e a inexistência de dano ao erário somente poderão ser dirimidas por ocasião da sentença, tendo em vista que a apreciação de tais matérias exige o exame aprofundado e minucioso de provas, o que se mostra inviável no presente momento processual”.

Com isso, o desembargador defende a decisão de primeira instância, e afirma que “a decisão agravada é escorreita e não comporta reparo, porque seguiu à risca os parâmetros estabelecidos”.

O juiz afastado teve, como medida de cautela e não sentença de 1º grau, os bens considerados indisponíveis até o valor de R$ 16,9 milhões. Isso em novembro do ano passado. Pelo Ministério Público, Aldo foi denunciado por crimes de peculato e corrupção passiva.

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Após 10 horas sem luz, energia é restabelecida em Piraputanga

Chuva já causa prejuízos

Após 10 horas sem luz, energia é restabelecida em Piraputanga

Fornecimento foi normalizado após interrupção durante as chuvas desta sexta-feira; queda de árvores bloqueou trechos da MS-450, e há alerta para temporais nos próximos dias

Odilon lembra votação expressiva em Anastácio e desafios da campanha

O Pantaneiro Podcast

Odilon lembra votação expressiva em Anastácio e desafios da campanha

Em podcast, deputado estadual eleito agradeceu aos prefeitos Cido e Mauro do Atlântico; ele também comentou a busca por votos em outras regiões de Mato Grosso do Sul, entre outros assuntos

Voltar ao topo

Logo O Pantaneiro Rodapé

Rua XV de Agosto, 339 - Bairro Alto - Aquidauana/MS

©2026 O Pantaneiro. Todos os Direitos Reservados.

Layout

Software

2
Entre em nosso grupo