Geral
Apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro fizeram uma manifestação em frente ao 9º Batalhão do Exército de Aquidauana, na manhã desta quarta-feira (31).
O grupo pedia o fim ao Decreto Estadual que restringiu o funcionamento do comércio, com placas como "Lockdown não".
Uma das medidas do decreto que entrou em vigor na semana passada trazia que o comércio não atenderia diretamente o público, apenas por driveThru e delivery e aos finais de semana o público ficaria restrito às ruas das 16h às 05h.
Além disso os apoiadores são contra as medidas do Supremo Tribunal Federal e a Câmara dos Deputados “interferem” no governo de Bolsonaro.
Gritos como “O Brasil é nosso”, “Liderada já” e “A nossa Bandeira jamais será Vermelha” eram ditos a todo momento. Assim como o tratamento precoce à Covid-19.
O grupo escolheu a data de hoje 31 de março para fazer a manifestação porque a mesma comemora 57 anos do Golpe Militar no país. Data em que o Ministro Coronel Braga Neto disse que o país foi pacificado devido a ditadura militar. Discurso defendido pelo grupo na manifestação.
O manifesto de ministro consta no texto “Ordem do Dia Alusiva ao 31 de março de 1964”, publicado no site do Ministério da Defesa.
“As Forças Armadas acabaram assumindo a responsabilidade de pacificar o país, enfrentando os desgastes para reorganizá-lo e garantir as liberdades democráticas que hoje desfrutamos”, escreveu Braga Netto.
Ainda conforme o mesmo, “o movimento de 1964 é parte da trajetória histórica do Brasil” e, assim, “devem ser compreendidos e celebrados os acontecimentos daquele 31 de março”.
Os manifestante ainda defendem que o voto impresso, afirmando que o mesmo seria mais seguro que o eletrônico.

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