É isso que o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), Ademar Silva Junior, cobra do Escritório Internacional de Epizootias (OIE) em relação aos focos confirmados de Febre Aftosa na Inglaterra. "Os países desenvolvidos devem ser tratados com o mesmo rigor", alegou Ademar.
Para o presidente da FAMASUL, o maior ganho é a imagem do Brasil perante o mercado externo. Conforme Ademar, não é o fato da Inglaterra ser um país desenvolvido que a deixou menos suscetível a doença.
O último foco da doença no Reino Unido foi em 2001. Na época eles sacrificaram entre 6,5 e 10 milhões de cabeças de gado. O foco anunciado no último sábado pelas autoridades da Grã-Bretanha foi numa fazenda no condado de Surrey, no sul do país.
Hoje, às 17 horas, os produtores sentarão com os deputados da Frente Parlamentar do agronegcio. Durante a reunião, que acontece na FAMASUL, o presidente da FAMASUL junto com a bancada levanta os impactos comerciais e econômicos das relações entre o Brasil e a Inglaterra.
Oportunidade
Concurso 2.971: Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões
Estado autoriza concurso com 194 vagas para Hospital Regional de MS
Gleici Helena capta preferência popular em concurso para viver Marília Mendonça
Trânsito
Acidente ocorreu na madrugada desta sexta-feira (13); vítima foi socorrida pelo Samu e encaminhada ao Pronto-Socorro de Aquidauana
Infraestrutura
Com o fim do período de chuvas, será iniciado um ciclo de atendimento às famílias assentadas, auxiliando na preparação do solo para o plantio
Voltar ao topo