É isso que o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), Ademar Silva Junior, cobra do Escritório Internacional de Epizootias (OIE) em relação aos focos confirmados de Febre Aftosa na Inglaterra. "Os países desenvolvidos devem ser tratados com o mesmo rigor", alegou Ademar.
Para o presidente da FAMASUL, o maior ganho é a imagem do Brasil perante o mercado externo. Conforme Ademar, não é o fato da Inglaterra ser um país desenvolvido que a deixou menos suscetível a doença.
O último foco da doença no Reino Unido foi em 2001. Na época eles sacrificaram entre 6,5 e 10 milhões de cabeças de gado. O foco anunciado no último sábado pelas autoridades da Grã-Bretanha foi numa fazenda no condado de Surrey, no sul do país.
Hoje, às 17 horas, os produtores sentarão com os deputados da Frente Parlamentar do agronegcio. Durante a reunião, que acontece na FAMASUL, o presidente da FAMASUL junto com a bancada levanta os impactos comerciais e econômicos das relações entre o Brasil e a Inglaterra.
Safra
O modelo de parceria entre o município e os agricultores familiares funciona de forma cooperativa
Esporte
O clube chega à Série A após o acesso conquistado no ano passado e encara a competição como um novo desafio.
Voltar ao topo