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'Devassa' é acusada de descriminação de gênero e valorização de estereótipos racistas

Peça publicitária é acusada pelo Ministério da Justiça.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, abriu um processo administrativo contra a Brasil Kirin na semana passada por conta de um anúncio criado pela Mood e veiculado entre 2010 e 2011.
A peça é acusada de publicidade abusiva ? mais especificamente discriminação de gênero e valorização de estereótipos racistas - e pode gerar uma multa de R$ 6 milhões.
A publicidade em questão trazia o slogan ?É pelo corpo que se conhece a verdadeira negra? e a ilustração de uma mulher de pele negra para divulgar a versão ?Tropical Dark? do produto. A empresa tem prazo até a próxima segunda-feira, 14, para apresentar sua defesa junto ao ministério.

A ação foi comunicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 4, e teve como motivação uma representação do Procon do Estado do Espírito Santo, que recebeu a denúncia ainda em 2011.
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) já havia indicado racismo, machismo e sexismo, sugerindo mudanças na peça em maio de 2011. Na análise do conselho, a peça tinha teor discriminatório, mas não sexista. A recomendação foi suprimir a frase "É pelo corpo é que se reconhece a verdadeira negra". Já a pose sensual passou pelo crivo.

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