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Mudança do camelódromo exige indenização de 232 lojistas

A transferência do Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa, o Camelódromo, da Avenida Noroeste para a atual estação rodoviária de Campo Grande, exigirá a demolição de 4,4 mil metros quadrados de área construída e o pagamento de indenização aos 232 lojistas do terminal.


A proposta preliminar faz parte do Plano de Revitalização do Centro, orçada em US$ 38 milhões (R$ 65 milhões).


Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Social e vice-prefeito, Edil Albuquerque (PMDB), outras propostas, como a implantação de uma universidade, um posto de recebimento da prefeitura e anfiteatro da Fecomércio (Federação do Comércio) não estão descartadas.


Ele explicou que apesar do prédio do terminal ser antigo, com 34 anos de idade, a infraestrutura é considerada boa. "È uma obra resistente", destacou o vice-prefeito, que já realizou estudos sobre a viabilidade do empreendimento.


Custo - A transferência do camelódromo exigirá a desapropriação do prédio do terminal rodoviário e o pagamento de indenização de 232 lojistas. Eles são proprietários do local desde a construção do prédio em 1975.


Além disto, a prefeitura deverá demolir o atual Centro Comercial Popular, que conta com área construída de 4.427 metros quadrados. Inaugurado em 5 de dezembro de 1998, o camelódromo recebeu investimento de R$ 1 milhão na época.


Sete anos depois, em 2005, o prefeito Nelsinho Trad investiu mais R$ 2,3 milhões na ampliação, reforma e ampliação da cobertura. Esta segunda fase foi inaugurada há três anos. Atualmente, segundo o vice-presidente da AVA (Associação dos Vendedores Ambulantes), Severino Arruda, o local conta com 467 boxes.


Os vendedores vão conhecer a proposta de transferência para a rodoviária na sexta-feira, às 7h, em reunião na Associação Okinawa, no Bairro Amambaí. Os camelôs estão meio reticentes porque consideram que o local já se consagrou com uma das alternativas de compras na Capital.


No entanto, eles decidiram que só vão avaliar se aceitam ou rejeitam a transferência após ouvir a proposta da prefeitura da Capital.


Segundo a assessoria da prefeitura, ainda não existem estudos sobre o impacto econômico da adaptação do prédio da antiga rodoviária para receber o camelódromo. / Imagem: Marcelo Victor

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