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Servidora federal teria vendido até ilha no Pantanal

Uma servidora da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) em Mato Grosso do Sul foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por negociar terras da União na região do Pantanal. Ela e mais três pessoas teriam agenciado inclusive uma ilha perto da cidade de Corumbá, a 430 km de Campo Grande (MS), na fronteira com a Bolívia, segundo informou a assessoria de imprensa do MPF.


O caso é tratado em segredo de Justiça e os nomes dos implicados e detalhes da investigação não foram divulgados pelo MPF. A servidora e seus comparsas teriam comercializado as terras, quase todas elas situadas em áreas de preservação permanente, entre os anos de 2002 e 2008. Os valores das terras, diz a denúncia, variavam entre R$ 1,2 mil e R$ 30 mil. O comunicado emitido pela assessoria de imprensa do MPF afirma que os imóveis vendidos ficam em Corumbá e Ladário, cidade que abriga uma base da Marinha. O MPF não divulgou o tamanho da área comercializada, mas citou na nota que é "extensa e dotada de grande beleza natural".


A Polícia Federal também agiu no caso por meio da Operação Veredas, mas os policiais da região da fronteira também não quiseram falar sobre o assunto. Depoimentos de pessoas que moram no Pantanal ajudaram na apuração. O MPF denunciou os envolvidos por crimes de falsa identidade, concussão, corrupção passiva, usurpação de função pública, coação no curso do processo, formação de quadrilha e crimes ambientais.

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