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Uniderp começa aulas com reclamações de universitários

O primeiro dia de aulas na Uniderp/Anhanguera, em Campo Grande, está sendo marcado pela reclamação de alunos que não estão conseguindo ser aceitos para frequentar as aulas.
A sala de atendimento aos universitários está lotada e a fila alcança o pátio da Universidade.

Os motivos para as reclamações são distintos, mas a maioria envolve a confirmação de matrículas. A situação de Marlene Loureiro de Almeida, 57 anos, é uma das que mais chama a atenção. Ela conta que renegociou, com cheques pré-datados, os valores de mensalidades atrasadas do curso de Direito, e teve a confirmação de que poderia começar o semestre normalmente.

Hoje, porém, foi impedida de entrar na universidade. Ao buscar informações, descobriu que os pagamentos não foram concretizados, porque os cheques dados, 11 no total, foram extraviados.

Para Henrique Gomes de Assis Junior, o problema foi diferente. Bolsista do Prouni (Programa Universidade para Todos), ele diz que fez a matrícula de Direito no meio do ano passado, mas como não havia turma em que pudesse se encaixar, foi orientado a aguardar o início de 2010, quando o valor pago anteriormente teria validade. Mas não foi o que ocorreu.

Segundo o estudante, sua matrícula não aparece no sistema. Ele conta que já foi pelo menos quatro vezes na instituição, levou comprovante de pagamento e ainda assim não foi autorizado a fazer o curso.

Outro estudante que foi à Uniderp/Anhanguera para tentar resolver sua situação é Rafael Carvalho Terenci, de 23 anos. Só que para ele, o problema não está em entrar para as aulas da Uniderp e sim conseguir se desligar da instituição. Ele diz que há um mês tenta concretizar a transferência para outra universidade, mas não consegue concretizar, por conta de problemas relacionados à documentação necessária.

Na fila de estudantes que buscam resolver problemas, uma reclamação geral é sobre a indefinição da instituição. Todos os entrevistados revelam que a Uniderp pede para aguardar um posicionamento, mas não se manifesta e enquanto isso estão perdendo aulas e com a vida indefinida.

O Campo Grande News tentou contato com a assessoria de imprensa da Universidade, mas os telefones não atendem.

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