Mirandense Jorginho Silva faleceu 27 dias após o acidente que vitimou a irmã no local
O Pantaneiro
Faleceu nesta semana, 27 dias após o grave acidente ocorrido na BR-262, o mirandense Jorginho Silva, conhecido popularmente como “Jorginho”. Ele não resistiu aos ferimentos sofridos na colisão registrada na manhã do último dia 25, nas proximidades do Posto Pioneiro, entre os municípios de Miranda e Aquidauana.
No dia do acidente, a irmã de Jorginho, Rosa, de aproximadamente 60 anos, morreu ainda no local. Os dois estavam em uma motocicleta quando se envolveram em uma colisão com uma caminhonete. Após o impacto, o veículo atingiu um guard rail, e Rosa foi arremessada para uma ribanceira de cerca de cinco metros, sofrendo graves lesões no tórax e no pescoço.
Jorginho foi socorrido com vida, consciente e orientado, sendo inicialmente encaminhado ao hospital de Miranda. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser transferido para Campo Grande, onde permaneceu internado. Entre as lesões, estavam fraturas no maxilar, braço e costelas, além de perfuração no pulmão e um grave ferimento na perna. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu e faleceu após quase um mês de internação.
Muito conhecido em Miranda, Jorginho era pescador e descrito por amigos como uma pessoa cuidadosa, especialmente no trânsito. No dia do acidente, ele levava a irmã para uma perícia do INSS, já que ela enfrentava problemas de saúde e havia tido o benefício cortado há mais de um ano.
A morte de Jorginho gerou comoção na cidade, onde ele era bastante querido. Ele deixa dois filhos, netos e familiares, que agora lamentam a perda dupla em um curto espaço de tempo. Além disso, era o principal responsável pelos cuidados com a irmã, com quem mantinha uma relação de dependência e companheirismo.
As circunstâncias do acidente não foram detalhadas pelas autoridades. O caso reforça o alerta para os perigos no trecho da BR-262, que frequentemente registra ocorrências graves.
Incentivo
A iniciativa busca ampliar o acesso aos mecanismos de incentivo da Lei Rouanet e democratizar os investimentos culturais em uma região historicamente menos contemplada pelos recursos federais
Educação
Valor da inscrição é de R$ 85; pagamento pode ser feito por Pix, cartão ou aplicativos bancários
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