Governo reconhece situação de emergência em Anastácio

Com o decreto, já são 33 municípios em situação de emergência reconhecida a nível estadual

08/02/2016 09:35


Por meio de decreto publicado no Diário Oficial, o Governo do Estado reconheceu situação de emergência na cidade de Anastácio, a exemplo do que também já havia ocorrido em Aquidauana. As duas estão na lista dos 33 municípios sul-mato-grossenses que pediram ajuda por conta dos estragos provocados pela chuva.
 
Segundo a Prefeitura de Anastácio, houve registro de enxurradas e alagamentos em rios e córregos, com destruição e danificação de ruas, estradas, pontes e tubulações, causando danos e prejuízos públicos e privados.
 
Foram danificadas as estradas que dão acesso aos assentamentos rurais Monjolinho e São Manoel, colônias Pulador, Chora-Chora, Veredão, Paulista e Caramujo, assim como as estradas de acesso às comunidades rurais do Morro do Chapéu, Km 21, Carandazinho e Pedra Canga. Os danos atingiram um montante de 5.890 pessoas.
 
Já na zona urbana do município, as seguintes ruas foram danificadas e destruídas: Avenida Manoel Murtinho, Travessa Bonfim, Rua Capitão Mário Monteiro, Avenida da Integração, Rua João Leite Ribeiro, Rua João Queiroz, 27 de Julho, Aziz Scaff, Pará, Rua Wanderley, Rua Antônio Leopoldo, Rua São Paulo e Rua Acôgo. Com a enchente do Rio Aquidauana, que teve o seu auge quando o nível chegou a 9,34 metros, 22 casas foram danificadas e prejudicaram 90 pessoas.
 
A inclusão de Anastácio entre os municípios em situação de emergência autoriza a mobilização de todos os órgãos estaduais para atuarem em ações que envolvam desastres, reabilitação de cenário e reconstrução, sob coordenação da Defesa Civil Estadual.
 
A formalização também autoriza a convocação de voluntários para reforçar ações de resposta ao desastre e a realização de campanhas de arrecadação de recursos perante à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada pelo desastre. Além disso, dispensa licitação para contratos de aquisição de bens para atender situações ligadas aos estragos deixados pelas chuvas, desde que sejam feitas em 180 dias, que é o período de vigência do decreto.

da Redação