Economia

Consumidores podem consultar pela internet se estão com nome sujo

Consulta pode ser feita pelo site ou pelo aplicativo ?Serasa Consumidor?

08/07/2016 20:20


Consumidores podem consultar pela internet gratuitamente a partir desta sexta-feira (8) se há alguma pendência financeira registrada em seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) na Serasa.
 
Pelo site www.serasaconsumidor.com.br ou pelo aplicativo ?Serasa Consumidor?, o consumidor pode checar se está negativado e qual o débito pendente que o levou à inadimplência, como banco, cartão de crédito, financeira, varejo, prestadoras de serviços de telefonia, energia elétrica, água, além de ocorrências de títulos protestados, cheques sem fundos e ações judiciais.
 
É preciso fazer um cadastro e criar uma senha para ter acesso as informações. Para garantir que somente o próprio consumidor tenha acesso, após o cadastro, é necessário passar por um processo de autenticação. Um dos passos é inserir o número do celular e confirmar na página da consulta um código de validação recebido via SMS. Esta validação só será necessária no primeiro acesso.
 
Está disponível também, informações sobre os credores, como telefones, endereço, e-mail e site, assim como o valor atual e a data de vencimento do débito atrasado.
 
Caso a empresa seja parceira da Serasa, o consumidor pode renegociar a dívida diretamente, sem intermediários. A auto consulta completa pode ser feita a qualquer momento, gratuitamente, mesmo que o devedor não tenha uma carta-comunicado de débito.
 
Para a diretora do Serasa Consumidor, Fernanda Monnerat, a novidade traz a oportunidade de o cidadão consultar e regularizar suas pendências financeiras em um único ambiente digital, com toda comodidade e segurança. ?É mais uma facilidade que colocamos à disposição dos brasileiros para que eles tenham acesso a serviços que possibilitem, acima de tudo, a construção de uma relação mais sustentável com o crédito e o resgate da sua cidadania financeira. Dessa maneira, reafirmamos mais uma vez o compromisso da Serasa com o consumidor?, diz.

Campo Grande News